TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

segunda-feira, 1 de maio de 2017

CARLOS LUZ - Arte Tumular - 383 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro









Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro

Carlos Luz
19.º Presidente do Brasil
Período8 de novembro de 1955
11 de novembro de 1955
Vice-presidenteNenhum
Antecessor(a)Café Filho
Sucessor(a)Nereu Ramos
Presidente da Câmara dos Deputados
Período2 de fevereiro de 1955
8 de novembro de 1955
Antecessor(a)Nereu Ramos
Sucessor(a)Flores da Cunha
Ministro da Justiça e Negócios Interiores do Brasil
Período31 de janeiro de 1946
2 de outubro de 1946
Antecessor(a)Antônio de Sampaio Dória
Sucessor(a)Benedito Costa Neto
Vida
Nome completoCarlos Coimbra da Luz
Nascimento4 de agosto de 1894
Três CoraçõesMinas Gerais
Morte9 de fevereiro de 1961 (66 anos)
Rio de JaneiroGuanabara
Nacionalidadebrasileiro
Dados pessoais
Alma materFaculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais
CônjugeMaria José Dantas
Graciema Junqueira
Filhos4
PartidoSocial Democrático
ProfissãoAdvogadoprofessor e jornalista

PERSONAGEM
Carlos Coimbra da Luz (Três Corações, 4 de agosto de 1894 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1961) foi um advogado, professor, jornalista e político brasileiro, presidente interino da República, de 8 a 11 de novembro de 1955, tendo, deste modo, tornado-se o presidente do Brasil que ocupou a cadeira presidencial por menos tempo: apenas 3 dias.
Morreu aos 66 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho do desembargador Alberto Gomes Ribeiro da Luz e de Augusta Cesarina de Assis Coimbra da Luz, era neto materno de Cesário Cecílio de Assis Coimbra, um dos fundadores e primeiro Prefeito (1881 a 1883), da cidade mineira de Muzambinho e sobrinho neto paterno do senador e conselheiro do Império Joaquim Delfino Ribeiro da Luz.

Formado em direito na Faculdade de Direito de Minas Gerais em 1915. Foi delegado de polícia e prefeito de Leopoldina, onde também lecionou na Escola de Farmácia do Ginásio Leopoldinense.

Morou por largo tempo em Leopoldina, onde possuía muitos bens, por isso ela sempre foi considerada sua cidade natal. Pelo Partido Progressista, foi também deputado federal na constituinte em 1934 e, com o fechamento do Congresso Nacional, foi presidente da Caixa Econômica Federal, entre 1939 e 1945. Depois do Estado Novo filiou-se ao PSD. Foi ministro da Justiça no governo de Eurico Gaspar Dutra.

Elegeu-se deputado federal em 1947, mesmo ano em que assumiu a presidência do Banco Ribeiro Junqueira.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Assumiu a presidência da república por ser presidente da Câmara dos Deputados, em função do afastamento, por motivos de saúde, do presidente Café Filho (vice-presidente de Getúlio Vargas, que cometera suicídio no ano anterior).

Carlos Luz foi afastado desta função por um movimento militar denominado Movimento de 11 de Novembro, liderado pelo general Henrique Lott.

Com o apoio do PSD, foi declarado o impeachment de Carlos Luz no Congresso Nacional, sob acusação de conspiração para não entregar o poder ao presidente eleito, Juscelino Kubitschek.

Carlos Luz estava a bordo do Cruzador Tamandaré para evitar qualquer represália em terra e seguir para Santos, onde seria feita a resistência. O navio foi alvo de disparos pela artilharia do exército, mais especificamente pela Fortaleza de Santa Cruz da Barra e pelo Forte de São João, porém não revidou, devido a solicitação de Carlos Luz. Na ocasião, o Cruzador Tamandaré era o navio mais bem equipado da Marinha do Brasil e caso revidasse teria provocado grande número de baixas.

A presidência foi, assim, entregue ao 1º Vice-presidente do Senado Federal, Nereu Ramos.

MORTE
Morreu no Rio de Janeiro

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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