TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sábado, 7 de outubro de 2017

RUTH ESCOBAR - Arte Tumular - 419 - Crematório da Vila Alpina, São Paulo








Ruth Escobar
Nome completoMaria Ruth dos Santos
Nascimento31 de março de 1935
CampanhãPorto[1]
Morte5 de outubro de 2017 (82 anos)
São PauloBrasil
ResidênciaSão PauloBrasil
NacionalidadePortuguesa
OcupaçãoProdutora cultural, atriz
Página oficial
www.teatroruthescobar.com.br
PERSONAGEM
Maria Ruth dos Santos Escobar (Campanhã, 31 de março de 1935 — São Paulo, 5 de outubro de 2017) foi uma atriz e produtora cultural luso-brasileira. Tornou-se uma atriz de destaque e uma das mais importantes produtoras culturais do Brasil e destacada personalidade do teatro brasileiro, empreendedora de muitos projetos culturais especialmente comprometidos com a vanguarda artística.
Morreu aos 82 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascida na cidade do Porto, norte de Portugal, numa família pobre, aos dezesseis anos, em 1951, emigrou com sua mãe, Marília do Carmo, para o Brasil. Casou-se com o filósofo e dramaturgo Carlos Henrique Escobar, e juntos, em 1958, partiram para a França, onde Ruth fez cursos de interpretação. Ao retornar ao Brasil, montou companhia própria, a Novo Teatro, em parceria com o diretor Alberto D'Aversa. Protagonizou Antígone América, texto de seu marido, em 1962, após algumas experiências de palco, como Mãe Coragem e Seus Filhos, de Bertolt Brecht, em 1960, e Males da Juventude, de Ferdinand Bruckner, em 1961, ambas dirigidas por D'Aversa.

No mesmo ano que estreia Antígone América, seu casamento com Carlos Henrique Escobar se desfaz. Ao mesmo tempo começa a reunir recursos para financiamento do seu teatro .

Em 1964, decide fazer teatro popular e adapta um ônibus, transformando-o em palco, para levar espetáculos à periferia de São Paulo - iniciativa que recebeu o nome de Teatro Popular Nacional. Por essa nova experiência teatral passaram Antônio Abujamra, que dirigiu A Pena e a Lei, de Ariano Suassuna e Silnei Siqueira, que encenou As Desgraças de uma Criança, de Martins Pena, entre outros. As atividades do Teatro Popular Nacional se encerraram em 1965.

TEATRO RUTH ESCOBAR
Ainda em 1964, Ruth inaugurou seu próprio teatro, que recebeu o seu nome, situado no bairro da Bela Vista, na cidade de São Paulo. Separou-se do primeiro marido e casou-se com o arquiteto Wladimir Pereira Cardoso, que se tornou cenógrafo das produções da companhia. Entre outras, são encenadas em seu teatro a A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, com direção de José Renato, 1964; O Casamento do Sr. Mississipi, de Dürrenmatt, dirigida por Jô Soares, 1965; As Fúrias de Rafael Alberti, outra encenação de Abujamra, em 1966; O Versátil Mr. Sloane, de Joe Orton, sob a direção de Antônio Ghigonetto, em 1967; e Lisístrata, de Aristófanes, encenação de Maurice Vaneau, em 1968.

Em 1968, com a vinda para o Brasil do diretor argentino Victor García, convidado para a montagem de Cemitério de Automóveis, adaptação do próprio Garcia para a obra de Fernando Arrabal, uma antiga garagem na rua Treze de Maio foi totalmente remodelada. A encenação destacou Ruth Escobar como atriz e produtora. Seu prestígio aumentou, em 1969, com a produção de O Balcão, de Jean Genet, encenada por Victor Garcia, com cenografada por Wladimir Pereira Cardoso. A produção arrebatou todos os prêmios importantes do ano, e Ruth Escobar foi agraciada com o troféu Roquette Pinto para a personalidade do ano.

Polêmicas sempre cercaram a atriz e produtora. Uma delas ocorreu em 1972, quando produziu Missa Leiga (de Chico de Assis; direção de Ademar Guerra, e foi proibida de utilizar a Igreja da Consolação como palco e montada numa fábrica; outra envolveu A Viagem, adaptação cênica feita por Carlos Queiroz Telles, para o poema Os Lusíadas de Luís de Camões, cuja estreia contou com a presença do primeiro ministro de Portugal, Marcelo Caetano.

Nos anos subsequentes, Ruth Escobar ficou à frente do Centro Latino-Americano de Criatividade, projeto abortado por falta de recursos, e centralizou no seu teatro importantes manifestações contra o regime militar, inclusive a fundação do Comitê da Anistia Internacional.

FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO
Com o 1º Festival Internacional de Teatro, em 1974, Ruth Escobar passou a apresentar periodicamente em São Paulo o melhor da produção cênica mundial. A cidade pôde conhecer, entre outros, o trabalho de Bob Wilson (Time and Life of Joseph Stalin, que a censura obrigou a mudar para Time and Life of David Clark), a premiada montagem de Yerma, por Victor García, com Nuria Espert; além dos encenadores Andrei Serban e Jerzy Grotowski.

Em 1974, centralizou a produção para circuito internacional de Autos Sacramentales, outra encenação de Victor García baseada em Calderón de la Barca. Depois de estrear em Shiraz, no Irã, a realização teve êxito na Bienal de Veneza, em Londres e em Portugal.

Em 1976, outro projeto de fôlego - a Feira Brasileira de Opinião - reuniu textos dos mais destacados dramaturgos da época, mas foi interditado pela Censura, o que obrigou Ruth Escobar a arcar com os prejuízos da montagem em andamento.

No 2º Festival Internacional, de 1976, chegaram ao país o grupo catalão Els Joglars, com "Allias Serralonga"; os City Players, do Irã, com uma inusitada montagem de Calígula, de Albert Camus; a companhia Hamada Zenya Gekijo, do Japão; o grupo G. Belli, da Itália, com Pranzo di Famiglia, dirigida por Tinto Brass, entre outros.

VOLTA À CENA E OUTRAS PRODUÇÕES
Em 1977, Ruth Escobar resolveu voltar à cena. Para interpretar a exasperada Ilídia de A Torre de Babel, trouxe a São Paulo o autor Fernando Arrabal para dirigi-la.

Produziu A Revista do Henfil, de Henfil e Oswaldo Mendes, sob a direção de Ademar Guerra, em 1978. No ano seguinte, voltou à cena em Caixa de Cimento, encenação do argentino Juan Uviedo; ainda em 1979, produziu Fábrica de Chocolate, texto de Mário Prata que aborda a tortura.

Entre as grandes atrações do 3º Festival Internacional, em 1981, estavam o grupo norte-americano Mabu Mines; o belga Plan K; o La Cuadra, de Sevilha; além do uruguaio Galpón e do português A. Comuna.

POLÍTICA E ÚLTIMOS FESTIVAIS
Nos anos 1980, Ruth Escobar afastou-se parcialmente do teatro. Eleita deputada estadual para duas legislaturas, dedicou-se a projetos comunitários. Em 1994, voltou aos festivais internacionais, então mais discretos, porém ampliando sua abrangência ao trazer grupos de teatro, de dança, de formas animadas ou aqueles que uniam todas essas linguagens, como o Aboriginal Islander Dance Theatre, o Bread and Puppet, o Cricot 2, os Dervixes Dançantes. A quinta edição, de 1995, acentuou a forte tendência à diversificação ao trazer para o país a dança de Carlota Ikeda e o grupo japonês Dumb Type, o russo Levdodine com Gaudeamus, e Michell Picolli, entre outros. Em 1996, Phillipe Decoufflé; o grupo Dong Gong Xi Gong, de Taiwan; e Joseph Nadg foram os destaques da 6ª edição.

Em 1987, Ruth Escobar lançou "Maria Ruth - Uma Autobiografia", contando parte da sua trajetória, na qual a produção cultural se mescla, de modo indissolúvel, à sua atuação social, voltada sobretudo para o inconformismo com as regras estabelecidas.

Em 1990, retornou aos palcos, numa encenação de Gabriel Villela, de "Relações Perigosas", de Heiner Müller. Entre 1994 e 1997, voltou a produzir festivais internacionais, com o nome Festival Internacional de Artes Cênicas. Em 1998 recebeu, do governo francês, a condecoração da Legião de Honra.

Em 2001, criou uma versão de Os Lusíadas, de Camões, seu último trabalho nos palcos, como produtora.

ALZHEIMER
Em 2000, Ruth foi diagnosticada com a doença de Alzheimer, que, ao longo dos anos, se intensificou e atingiu nível avançado, comprometendo sua memória e toda sua atividade profissional.




 Em 2006, sua filha Patricia Escobar conseguiu interditar na justiça o patrimônio de Ruth, que passou a ser gerido por um escritório de advocacia. Em 2011, Inês Cardoso, outra de suas filhas, fez uma carta aberta como pedido de ajuda ao expor o fato da mãe não ter plano de saúde e estar em situação de abandono médico. A filha ainda denunciou que o escritório não estaria cuidando devidamente do patrimônio, que inclui algumas casas e também o acervo pessoal da artista, com documentos históricos do moderno teatro brasileiro. Nelson Aguiar, outro filho de Ruth, culpa a irmã Patricia pela escolha da interdição que ocasionou a má administração do legado.

MORTE
Na tarde do dia 05 de outubro de 2017, Ruth Escobar faleceu no Hospital 9 de Julho, em São Paulo, aos 82 anos. O velório da atriz aconteceu no teatro que leva o seu nome, Teatro Ruth Escobar, o corpo foi cremado no Crematório da Vila Alpina, na Zona Leste de São Paulo. Ruth sofria de Alzheimer.

Fonte: pt.wikipoedia.org
Formatação: Helio Rubiales

terça-feira, 3 de outubro de 2017

RÔMULO ARANTES - Arte Tumular - 418 - Cemitério Municipal de Bicas, Minas Gerais



Local: Cemitério Municipal de Bicas, Minas Gerais
Localização GPS:  [21°43'23.56"S, 43° 4'10.83"W]





Rômulo Arantes
Swimming pictogram.svg Natação Swimming pictogram.svg
Nome completoRômulo Duncan Arantes Junior
Estilonado costas
Nascimento12 de junho de 1957
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Nacionalidadebrasileira
Falecimento10 de junho de 2000 (42 anos)
Maripá de MinasMG
Medalhas
Campeonatos Mundiais
BronzeBerlim 1978100 m costas
Jogos Pan-Americanos
PrataSan Juan 1979100 m costas
BronzeSan Juan 19794x100 m livre
BronzeCidade do México 1975100 m costas
BronzeCidade do México 19754x200 m livre
BronzeCidade do México 19754x100 m medley
Universíada
OuroSofia 1977100 m costas
PrataCidade do México 1979100 m costas
BronzeBucareste 1981100 m costas
BronzeBucareste 19814x100 m medley

PERSONAGEM
Rômulo Duncan Arantes Junior (Rio de Janeiro, 12 de junho de 1957 — Maripá de Minas, 10 de junho de 2000) foi um ator , cantor , músico , compositor , empresário e nadador brasileiro. É pai do ator Rômulo Arantes Neto.
Morreu aos 42 anos de idade.

TRAJETÓRIA ESPORTIVA
Rômulo Arantes participou de três Jogos Olímpicos: Munique 1972, onde participou das provas dos 100 metros costas, 200 metros costas e dos 4x100 metros medley (onde foi à final e terminou em quinto lugar); Montreal 1976, onde esteve nas provas dos 100 e 200 metros costas e 100 metros borboleta, não chegando à final; e Moscou 1980, onde esteve nos 100 metros costas (não chegando à final) e nos 4x100m medley (onde chegou à final, terminando em oitavo lugar).

No Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1973 realizado em Belgrado, o primeiro mundial da história, ele terminou em sétimo lugar nos 100 metros costas, batendo o recorde sul-americano com a marca de 1m00s37.[4] Nos 200 metros costas, não se classificou para a final, mas também bateu o recorde sul-americano, com a marca de 2m12s98.

Na Universíade de 1977, foi medalha de ouro nos 100 metros costas, com a marca de 58s45. E na Universíade de 1981, obteve a medalha de bronze na mesma prova, fazendo 58s24.

Rômulo foi o primeiro medalhista brasileiro em mundiais. No Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1978, realizado em Berlim, na Alemanha Ocidental, ele obteve a medalha de bronze na prova dos 100 metros costas, com a marca de 58s01.

Nos Jogos Pan-Americanos de 1979 foi medalha de prata na prova dos 100 metros costas. Também ganhou a medalha de bronze no revezamento 4x100m livre, em ambos batendo o recorde sul-americano.

Entre 1977 e 1981, Rômulo Arantes estudou administração e treinou na Universidade de Indiana, e se tornou bacharel em 1981. Após encerrar a carreira na natação, nos anos 80, tornou-se ator e técnico de natação.Também foi comentarista esportivo.

Nos anos 90 começou iniciar sua carreira na música formando junto com 2 atores da Rede Globo a banda de pop rock brasileira com o nome de Piloto Automático . Depois no ano de 2000 lançou seu primeiro CD solo como cantor e músico de música country .

TRAJETÓRIA COMO ATOR
 Atuação na televisão
-1981 - Brilhante .... Omar Silva
-1982 - Caso Verdade
-1982 - O homem proibido .... Juca
-1982 - Paraíso
-1984 - Vereda Tropical .... professor de natação de Téo
-1985 - A Gata Comeu .... participação especial-
-1987 - Direito de Amar .... Nelo
-1987 - Sassaricando .... Adônis
-1990 - Pantanal .... Levi
-1990 - Riacho Doce .... Julião
-1992 - Perigosas Peruas .... Téio
-1993 - Sex Appeal .... Maurício-
-1994 - Quatro por Quatro .... Pedrão
-1996 - Vira-lata .... Ítalo
-1996 - Xica da Silva .... capataz
-1997 - Canoa do Bagre .... Pedro
-2000 - Zorra Total
Atuação no cinema
-1984 - Blame It on Rio .... Diego
-1984 - Patriamada
-1986 - Hell Hunters .... Tonio
-1987 - Leila Diniz .... Toquinho

MORTE
Faleceu num acidente de ultraleve no ano 2000, dois dias antes de completar 43 anos, na cidade de Maripá de Minas, em Minas Gerais. No acidente morreu também o co-piloto, Fábio Amorim Ribeiro Ruivo, 24 anos. O ex-nadador possuía uma fazenda na região, onde também morava sua esposa, a empresária Valéria Braga. Ele viajava em um ultraleve monomotor, modelo Pelicano (prefixo 2347) que, por volta das 10h30, teria sofrido uma pane antes de cair. Seu corpo foi enterrado no Cemitério Municipal de Bicas, cidade vizinha de Maripá de Minas.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

MORGANA - Arte Tumular - 417 - Cemitério da Quarta Parada, São Paulo




ARTE TUMULAR 
Local: Cemitério da Quarta Parada, São Paulo
            Gps:  23°32'46.42"S, 46°34'56.54"W
           
Morgana
Informação geral
Nome completoIsolda Corrêa Dias
Também conhecido(a) comoMorgana Cintra, A fada loura
Nascimento2 de agosto de 1934
Local de nascimentoSão Paulo
 Brasil
Data de morte4 de janeiro de 2000 (65 anos)
Local de morteSão Paulo




PERSONAGEM
Isolda Corrêa Dias,  (São Paulo, 2 de agosto de 1934 - São Paulo, 4 de janeiro de 2000) foi uma cantora brasileira. Usou como nome artístico Morgana Cintra e, posteriormente, apenas Morgana, sendo também conhecida como A fada loura.
Morreu aos 65 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filha de Geraldo Corrêa Dias e Maria Helena Franco Dias, iniciou sua carreira como cantora lírica, obtendo sucesso por sete anos. Em 1958 passou a se dedicar à música popular, usando como nome artístico Morgana Cintra. Após o sucesso de Serenata do adeus, sua primeira gravação[1] para a gravadora Copacabana, gravou Mais brilho nas estrelas, que também teve grande aceitação de público e crítica (bem como Hino ao amor, a versão composta por Odair Marzano a partir do sucesso de Edith Piaf Hymne à l'amour, que seria gravada em português também por nomes como Wilma Bentivegna, Maysa e Dalva de Oliveira).
Em 1961, já com o nome artístico abreviado para Morgana, ganhou o Troféu Imprensa de melhor cantora. Outros de seus sucessos são Arrependida, Canção da tristeza, Conselho, Este seu olhar, Não pense em mim (sua bela versão da canção italiana Non pensare a me, de Claudio Villa, que também ganhou uma famosa versão em francês, Quand tu t'en iras, na voz de Mireille Mathieu) e E a vida continua.

Também atuou como cantora na televisão, cantando a música-tema da novela O Direito de Nascer, da TV Tupi, em 1965, época em que ficou carinhosamente conhecida como A fada loura. Em 1973, no auge do sucesso no Brasil e no exterior, ela decidiu trocar a carreira de cantora por uma rede de pizzarias, montada em sociedade com o marido.

MORTE
Morgana morreu em 4 de janeiro de 2000, no hospital Campo Limpo, em São Paulo, aos 65 anos.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales