TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

'REVERTERE AD LOCVM TVVM'

Retornarás de onde vieste

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

WAGNER MONTES - Arte Tumular - 466 - Cremado




ARTE TUMULAR

Seu corpo foi cremado
Local: Crematório e Cemitério da Penitência, Caju, Rio de Janeiro

Wagner Montes
Wagner Montes
Deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro
PeríodoMorreu antes de tomar posse
Deputado estadual do Rio de Janeiro
Período1º de janeiro de 2007
até 26 de janeiro de 2019
Presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Período21 de novembro de 2017
até 1 de fevereiro de 2018
AntecessorJorge Picciani
SucessorAndré Ceciliano
Dados pessoais
Nascimento18 de julho de 1954
Duque de CaxiasRJ
Morte26 de janeiro de 2019 (64 anos)
Rio de Janeiro, RJ
EsposaSônia Lima (1987–2019)
PartidoPDT (2006–2011)
PSD (2011–2016)
PRB (2016–2019)
PERSONAGEM
Wagner Montes dos Santos (Duque de Caxias, 18 de julho de 1954 — Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2019) foi um advogado, jornalista, jurado e apresentador de rádio e televisão e político brasileiro filiado ao PRB.
Morreu aos 64 anos.



SINOPSE BIBLOGRÁFICA
Era deputado estadual do Rio de Janeiro e foi presidente em exercício da Alerj. Desde 2003 apresentava os programas jornalísticos populares da Record TV Rio.

Formado em direito pela Universidade Gama Filho, começou sua carreira na rede Tupi, primeiro como repórter policial na Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro, em 1974[4] e depois, em 1979, como apresentador do programa Aqui e Agora da TV Tupi. Em 1981, após rápida carreira no cinema (fez A Morte Transparente, em 1978 e A Pantera Nua, em 1979), foi contratado por Silvio Santos para trabalhar na TVS, emissora que estava inaugurando (mais tarde mudaria o nome para SBT), onde permaneceu por dezessete anos.

No SBT participou de programas como O Povo na TV, Jornal Policial, Clube dos Artistas, Musicamp e Musidisc, além de ter sido jurado do Show de Calouros. Em 5 de novembro de 1981, sofreu um acidente de triciclo na Zona Sul carioca e precisou amputar a perna direita.

Também já foi cantor e gravou quatro discos. Uma de suas canções mais famosas foi Me Use, Abuse e Lambuze. Mas segundo ele mesmo dizia, cantava muito mal e depois abandonou a música. Namorou a miss Catia Pedrosa, com quem teve um filho, o político Wagner Montes. Casou-se com a atriz Sônia Lima em 1987, com quem teve seu segundo filho, o ator Diego Montez.

Em 1990, candidatou-se a deputado estadual pelo PTB, recebendo 11 041 votos, embora não tenha sido eleito, assumiu uma vaga de suplente, no final do mandato, seu nome foi citado em uma lista de doações do bicheiro Castor de Andrade, algo que ele negou.

Também trabalhou nas rádios Record e América em São Paulo, e na Manchete, no Rio de Janeiro. Em junho de 1997 foi contratado pela CNT, onde comandou os programas 190 Urgente, Na Boca do Povo e Em Cima do Fato. Na mesma emissora, por algum tempo, comandou o Programa Wagner Montes. Na CNT lançou ainda o programa Novos Talentos, que ia ao ar todo sábado, dando oportunidade a novos artistas.

Em 2003 foi para a TV Record. Apresentou os programas jornalísticos locais Verdade do Povo, Cidade Alerta Rio, RJ no Ar e, finalmente, o Balanço Geral - sendo o primeiro apresentador da versão carioca, antes do noticiário se tornar uma marca nacional da Rede Record, com versões na maioria dos estados do país. No comando do Balanço, Wagner deixou a Record do Rio de Janeiro na liderança de audiência na hora do almoço, obrigando os concorrentes, inclusive a TV Globo, a mudar o tom da cobertura jornalística local; antes fria, passou a ser mais popular.

Nas eleições de 2006, afastou-se da televisão para concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Foi o terceiro deputado estadual mais votado no estado do Rio de Janeiro e o mais votado na legenda do PDT, com mais de cem mil votos. Após a eleição, voltou ao Balanço Geral local. Em fevereiro de 2007 inaugurou sua coluna semanal Escraaaacha!, publicada às sextas-feiras no Jornal carioca Meia-Hora. O nome da coluna faz referência ao bordão que popularizou na TV e no rádio. A partir de 14 de setembro de 2008 sua coluna foi rebatizada "Balanço Geral" e passou a ser publicada nas edições de segunda, quarta e sextas-feiras do mesmo Jornal Nas eleições de 2010, reelegeu-se à Alerj, pelo PDT, com a expressiva votação de 528 628 votos, tendo sido o candidato mais votado naquele ano.[9] Nas eleições de 2014, reelegeu-se à Alerj, pelo PSD, para o mandato 2015–2019, com a expressiva votação de 208 814 votos, tendo sido o segundo candidato mais votado naquele ano.

Em março de 2015, Montes deixa o Balanço Geral RJ e assume o Cidade Alerta RJ. Logo nos primeiros meses elevou a audiência da emissora no horário. Em abril desse mesmo ano, votou a favor da nomeação de Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, nomeação que foi muito criticada na época. Em dezembro de 2015, o apresentador foi afastado do programa por problemas de saúde, por não ter seguido as orientações médicas de repouso depois de uma cirurgia de implante dentário. Em março de 2016, anunciou sua filiação ao PRB. Em maio desse mesmo ano, retornou ao comando do Cidade Alerta RJ.

Em 2017, começou a apresentar problemas de saúde devido ao seu excesso de peso. Chegou a apresentar o Cidade Alerta sentado e internar-se para tratamento. Enfrentou problemas vasculares, chegando a ser visto nas sessões da Alerj sentado numa cadeira de rodas. Mais uma vez, foi internado e, em julho de 2017, recebeu alta após 39 dias de internação, passando a apresentar o Balanço Geral RJ Manhã.

Na ALERJ, em fevereiro de 2017, votou contra a privatização da CEDAE proposta pelo governador Luiz Fernando Pezão e seus aliados. Apesar de seu voto contrário, a proposta acabou sendo aprovada pela maioria dos deputados presentes. Em novembro de 2017 Wagner Montes tornou-se presidente em exercício da ALERJ, após a prisão do deputado Jorge Picciani. O primeiro desgaste de Wagner Montes com aliados de Picciani ocorreu quando ele votou a favor da permanência da prisão dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi e ainda, como presidente em exercício da ALERJ, não assinou o comunicado em que a Assembleia notificava o Tribunal Regional Federal, da 2ª Região (TRF-2), sobre a soltura dos três deputados após votação realizada em suas dependências. Segundo o jornal O Globo, Wagner Montes pretendia deliberar sobre uma agenda positiva para a Assembleia. Nas eleições de 2018, foi candidato a deputado federal pelo PRB, tendo sido eleito com 65 868 votos.

MORTE
Wagner Montes morreu aos 64 anos no Rio de Janeiro, na manhã de 26 de janeiro de 2019, depois de dois dias de internação para tratamento de uma infecção urinária. Em novembro de 2018 havia sofrido um infarto, tendo se recuperado.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

MAURÍCIO SHERMAN - Arte Tumular - 465 - Cremado




ARTE TUMULAR
Seu corpo foi cremado
Local: Crematório e Cemitério da Penitência, Caju, Rio de Janeiro

Maurício Sherman
Maurício Sherman em 2012
Nome completoMaurício Sherman Nizenbaum
Nascimento31 de janeiro de 1931
Niterói Rio de Janeiro
Morte17 de outubro de 2019 (88 anos)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãodiretor de televisão
Período de atividade1940–2019
PERSONAGEM
Maurício Sherman Nizenbaum (Niterói, 31 de janeiro de 1931 – Rio de Janeiro, 17 de outubro de 2019) foi um diretor de televisão brasileiro.
Morreu aos 88 anos.



SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de um casal de judeus poloneses, nasceu em janeiro de 1931, em Niterói.[1] Na década de 1940, formou-se em direito na Universidade Federal Fluminense.

Maurício começou no teatro como ator, sendo inclusive premiado, além de comandar diversos espetáculos do Teatro de Revista. Aos treze anos já participava de peças amadoras apresentadas em um clube da colônia judaica. Foi convidado para trabalhar como ator na Rádio Mauá, onde estreou em uma representação de O Corcunda de Notre Dame. Participou do Grupo Jerusa Camões, no Teatro da Juventude Universitária, atuando em vários espetáculos. Já em 1949, foi convidado a trabalhar na Rádio Guanabara.[1] Ainda como ator, fez vários vilões nas comédias da Atlântida. Foi praticamente um dos "inventores" da TV brasileira. Trabalhou com Chico Anysio, e era um dos diretores preferidos de Nelson Rodrigues. Foi um dos mais conhecidos e respeitados nomes do showbusiness tupiniquim.

Nos anos 50, foi responsável pela dublagem em português de alguns clássicos da Disney, começou com a dublagem da 1.ª voz de Pinóquio em Pinóquio, dublagem do Rei Estevão de A Bela Adormecida e outros mais. Em 1954 começou a trabalhar na TV Tupi onde atuou no Sítio do Pica-pau Amarelo e dirigiu um teleteatro com Heloísa Helena. Em 1961, foi responsável pela direção da primeira versão televisiva de Gabriela, Cravo e Canela, baseada no livro de Jorge Amado e transmitida pela TV Tupi. A novela foi a primeira da televisão brasileira a ser gravada em videoteipe. 

Foi convidado para trabalhar na Rede Globo, em agosto de 1965. Em 1973 participou da equipe de criação do Fantástico e foi um dos diretores do programa por três anos. Ainda na Globo dirigiu os programas humorísticos Faça Humor, Não Faça Guerra, Chico City, Chico Anysio Show, Domingão do Faustão, Os Trapalhões, Chico e Amigos e Zorra Total (este, durante quinze anos) bem como trabalhou como diretor artístico do infantil dos anos 90 TV Colosso, entre outros.

Além disso, trabalhou nos anos 1980 como comentarista da Rádio Bandeirantes, onde eram transmitidos diversos jogos do campeonato brasileiro de futebol. Também foi supervisor artístico da Rede Bandeirantes, tendo dirigido apresentadores como J. Silvestre até 1984 quando foi para a Rede Manchete. Na Rede Manchete foi um dos mais prestigiados diretores, tendo dirigido a primeira edição do Clube da Criança, escalando a então modelo Xuxa Meneghel como apresentadora, e descobrindo Angélica, então ainda uma menina de onze anos.

MORTE
Sherman morreu no dia 17 de outubro de 2019, em casa, no Rio de Janeiro, devido às complicações decorrentes de uma doença renal crônica.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

MARCIA REAL - Arte Tumular - 464 - Cemitério São Paulo, Pinheiros, São Paulo


ARTE TUMULAR
Local: Cemitério São Paulo, São Paulo

PERSONAGEM
Márcia Real, cujo verdadeiro nome é Eunice Alves (São Paulo, 6 de janeiro de 1929 - Ibiúna, 15 de março de 2019) foi uma atriz e dubladora brasileira.
Morreu aos 90 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
De família humilde, teve um avô advogado, que logo percebeu a vivacidade e a memória da neta e que desejava que ela fosse advogada também.

Adolescente, um dia encontrou-se na rua com a atriz Bibi Ferreira. Após uma conversa ganhou um papel na peça “Minhas queridas esposas”.

CARREIRA
Após uma experiência na Rádio Tupi, estreou na televisão, atuando nos programas TV de Vanguarda e TV Comédia, na TV Tupi. Foi um dos principais nomes da TV Tupi de São Paulo fazendo papéis como: Lady Macbeth, Ana Karenina, etc. Estreou em telenovelas em 1964 em um dos principais papéis de Corações em Conflito, na TV Excelsior.

Márcia Real foi também apresentadora de televisão. Destacou-se no Clube dos Artistas, ao lado de Airton Rodrigues, no qual ficou por 10 anos.

Ganhou vários prêmios, entre eles o Troféu Roquette Pinto, o principal prêmio de televisão da década de 1960, por três vezes.

Participou também de vários filmes e peças de teatro. Trabalhou como dubladora, na década de 1960. Casou-se duas vezes e tem duas filhas.

É bastante conhecida por ter ganho o primeiro Troféu Imprensa de melhor atriz, no ano de 1961. Seu maior destaque na televisão foi no papel da durona Valquíria na novela Bebê a Bordo (1988), de Carlos Lombardi.

MORTE
Márcia Real morreu na madrugada do dia 15 de março de 2019 em um hospital de Ibiúna, onde ela estava internada. A atriz sofria de Mal de Alzheimer há mais de uma década. A causa da morte não foi divulgada. Real deixou duas filhas e três netos.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales