TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

MÚSICA

quinta-feira, 26 de março de 2015

JORGE LOREDO - Arte Tumular - 297 -


PERSONAGEM
Jorge Rodrigues Loredo (Rio de Janeiro, 7 de maio de 1925 - Rio de Janeiro, 26 de março de 2015) foi um ator e humorista brasileiro, mais conhecido por seu personagem Zé Bonitinho.
Morreu aos 89 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Paralelamente, exerceu a profissão de advogado, especialista em Direito Previdenciário e do Trabalho.
 Filho de Luiza Rodrigues Loredo e do comerciante Etelvino Ignacio Loredo, Jorge foi criado no subúrbio de Campo Grande, no Rio de Janeiro. Aos 12 anos foi diagnosticado com osteomielite na perna esquerda. A dor constante, só curada nos anos 70, fez de Loredo um garoto introvertido e cabisbaixo. Aos 20 anos, devido a uma tuberculose, foi internado num sanatório. O que parecia ser mais uma tragédia foi, ao contrário, sua salvação. Incentivado pelos médicos, participou de um grupo teatral no hospital e descobriu sua vocação de ator. Após receber alta, um teste vocacional identificou tendência para "atividades exibicionistas".
Loredo procurou uma escola de teatro em busca de papéis "sérios". A contragosto, sua primeira audição foi para representar o monólogo cômico Como Pedir uma Moça em Casamento. Aprovado, adotou o humorismo como profissão.


Topete esculpido com Gumex, bigode delgado, sobrancelhas arqueadas, olhar de conquistador e roupas extravagantes, ele mal mal entra em cena e já arranca gargalhadas da plateia do estúdio da extinta TV Rio, em 1960. Era a estreia de O Bárbaro, vivido pelo ator e humorista Jorge Loredo no programa “Noites cariocas”, que serviria de matriz para o personagem Zé Bonitinho, o galenteador barato e exagerado que marcaria a carreira do artista carioca e a TV brasileira.

Na TV, o ator começou dividindo o banco do programa “Praça da Alegria”, nos anos 1970, com Chico Anysio, Moacyr Franco e Ronald Golias. Diferentemente de Anysio e e Franco, que tiveram programa próprio, e de Golias, que era astro absoluto da “Família Trapo” , Loredo sobreviveu como coadjuvante. O ator chegou a criar outros tipos famosos, como o mendigo soberbo My Lord e o costureiro François Paetê, mas Zé Bonitinho sempre foi a sua grande marca, que só desapareceu da TV quando o programa “A praça é nossa”, do SBT, saiu do ar, no início dos anos 2000. Longe da televisão, Loredo chegou a participar de filmes dirigidos por ícones do cinema nacional, como Rogério Sganzerla (“Sem essa aranha”, de 1970, e “O abismo”, de 1977) e Arnaldo Jabor (“Tudo bem”, de 1978). Seu último trabalho em um longa-metragem foi em “Chega de saudade” (2008), de Lais Bodansky. Em quase todos esses filmes, mesmo que não estivesse interpretando seu personagem mais famoso, alguns elementos dele, como o vestuário e acessórios vistosos, de alguma forma estavam sempre presentes nas composições Loredo.. Apesar da idade, até dois anos atrás o humorista continuava trabalhando e usando as redes sociais para falar com os fãs e divulgar sua agenda de shows.

DOENÇAS"Loredo lutava há anos contra uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave e um Enfisema Pulmonar,

MORTE
 Faleceu aos 89 anos em 26 de março de 2015, após ter sido internado no Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro. Loredo estava internado no hospital desde o dia 3 de fevereiro e que a partir do dia 13 foi mantido na Unidade Cardio Intensiva.  . A causa da morte foi falência múltipla dos órgãos.

Fonte: pt.wikipedia.org
http://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/morre-humorista-jorge-loredo-ze-bonitinho-aos-89-anos-15364046
Formatação: Helio Rubiales

domingo, 22 de março de 2015

CLÁUDIO MARZO - Arte Tumular - 296 - Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, Rio de Janeiro


CREMADO

O seu corpo será cremado, em cerimônia fechada para a família no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, Rio de Janeiro




PERSONAGEM
Cláudio da Silva Marzo (São Paulo, 26 de setembro de 1940 - Rio de Janeiro, 22 de março de 2015 ) foi um ator brasileiro.
Morreu aos 74 anos de idade.
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SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Pai da atriz Alexandra Marzo, fruto do seu casamento com a atriz Betty Faria, também foi casado com a atriz Denise Dumont com quem tem um filho chamado Diogo e pai de Bento, fruto do seu casamento com a atriz Xuxa Lopes. Cláudio foi filho de um metalúrgico e de uma dona de casa. Na TV se destacou em novelas como Irmãos Coragem, Minha Doce Namorada, Carinhoso, Senhora, Brilhante, Plumas & Paetês, Cambalacho, Bambolê, Fera Ferida, A Indomada, Era Uma Vez e Andando nas Nuves e nas minisséries Quem Ama Não Mata e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes. Também participou da novela Pantanal, na extinta TV Manchete, no antológico personagem José Leôncio, o Velho do Rio. Em 1962, na extinta TV Tupi, protagonizou o compositor Frédéric Chopin, ao lado de Laura Cardoso, que interpretou George Sand.



MORTE
O ator faleceu no dia 22 de março de 2015 aos 74 anos vítima de complicações pulmonares, após internação no CTI desde o dia 04 de março..
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

domingo, 8 de março de 2015

INEZITA BARROSO - Arte Tumular - 295 - Cemitério Gethsêmani - Morumbi - São Paulo




ARTE TUMULAR
Local:  Cemitério Gethsêmani - Morumbi - São Paulo





PERSONAGEM
Inezita Barroso, nome artistico de Ignez Magdalena Aranha de Lima (São Paulo, 4 de março de 1925 - São Paulo, 8 de março de 2015), foi uma cantora, atriz, instrumentista, bibliotecária , folclorista, professora, doutora Honoris Causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e apresentadora de rádio e televisão brasileira, atuando também em shows, álbuns, cinema, teatro e produzindo espetáculos musicais de renome nacional e internacional.
Morreu aos 90 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Adotou o sobrenome Barroso ao se casar, em 1947, aos 22 anos, com o advogado cearense Adolfo Cabral Barroso.  Nascida numa família aristocrática e apaixonada pela cultura e, principalmente, pela música brasileira, Inezita começou a cantar e tocar violão e viola desde pequena, com sete anos. Estudiosa, matriculou-se no conservatório e aprendeu piano. Foi aluna da primeira turma da graduação em Biblioteconomia da USP , formando-se antes de se tornar cantora profissional

CARREIRA ARTÍSTICA
 Com o primeiro disco, vieram também os primeiros sucessos: o clássico samba Ronda, de Paulo Vanzolini e a caipiríssima Moda da Pinga, de Ochelsis Laureano e Raul Torres, que se tornou a mais célebre das interpretações. Ultrapassou a marca de cinquenta anos de carreira e de oitenta discos gravados, entre 78 rpm, vinil e CDs. Desde 1980 comanda o programa de música caipira Viola, Minha Viola, pela TV Cultura de São Paulo. Apresentou também no SBT um programa musical, aos domingos pela manhã que levava seu nome. Inezita Barroso é reconhecida também como atriz de teatro e cinema. Por onde atuou, ela ganhou prêmios importantes, como o Troféu Roquette Pinto, como Melhor Cantora de rádio; o prêmio Guarani, como melhor cantora em disco, além de ganhar também o Prêmio Saci de cinema. Em 2003, foi condecorada pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin com a Medalha Ipiranga, recebendo o título de comendadora da música raiz.
Desde a década de 1980, Inezita Barroso ainda arranja um espaço na agenda para dar aulas de folclore. Atualmente, leciona nas faculdades Unifai e Unicapital, onde recentemente recebeu o título de doutora Honoris Causa em Folclore Brasileiro. As apresentações de Inezita Barroso nos países latino-americanos e africanos têm criado uma nova aura de sucesso para a cantora, indicada para o Grammy sulafricano na categoria de artistas vocais populares internacionais e regionais. Os concertos de Inezita Barroso em tais países têm gradualmente excedido a audiência de outros artistas nacionais e internacionais com maior exposição midiática, adeptos de música denominada "pop" (abrev. de Popular) Ao contrário do que o público costuma esperar da artista, Inezita Barroso tem também trabalhado em interpretações de autores mais atuais da MPB, de outras vertentes que não apenas a caipira/sertaneja. Gravações recentes mostram a cantora interpretando obras de Ella Fitzgerald e outros nomes do jazz tradicional e blues.


 No programa "Roda Viva", da Rede Cultura de Televisão, que contou com a presença da cantora como principal entrevistada, em 2004, Inezita Barroso afirmou ser contra a propagação e troca eletrônica de músicas. Embora concorde que o uso de músicas em formatos digitais em notebooks e dispositivos portáteis (iPod, etc) pode facilitar o acesso dos jovens à cultura, afirmou que participa de manifesto de artistas brasileiros junto às gravadoras pedindo ações que proíbam e fiscalizem de forma mais eficiente a pirataria. O DJ Ronaldo, músico frequentemente presente na cena eletrônica carioca, perdeu ação judicial contra a gravadora EMI, por ter criado, sem autorização da gravadora detentora dos direitos sobre a composição, uma versão funk da música "Marvada Pinga - Moda da Pinga", principal sucesso de Inezita Barroso. Ainda assim, a música pode ser facilmente encontrada em sites para download, além de ter se tornado um dos "ring tones" para celulares mais comuns. Com a aproximação do decanato do falecimento do pianista Pedrinho Mattar, seu amigo e colega de composições e interpretações, surge grande expectativa com relação à esperada publicação da obra final deste músico, intitulada "O Portal". Grupos de entusiastas e admiradores de Mattar, que aguardam ansiosamente pela publicação da obra, afirmam que haveria co-parceria de Inezita Barroso em um dos movimentos da referida composição. O afamado violoncelista húngaro, naturalizado português, Alfonso Orelli, apresentou trechos da suposta composição, aos quais teria tido acesso durante uma turnê na qual tocou ao lado de Mattar. Dentre tais trechos, Orelli identificou forte influência da música dita "Caipira-Sertaneja" na segunda parte do primeiro movimento. Tem-se atribuído a Inezita Barroso a influência musical sobre esta parte da composição.Em novembro de 2014, foi eleita para a Academia Paulista de Letras, ocupando o lugar da folclorista Ruth Guimarães, morta em maio. Em fevereiro de 2015,
MORTE
Inezita foi internada no Hospital Sírio Libanês. No dia 8 de março, ela entrou em óbito.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

terça-feira, 3 de março de 2015

JOSÉ RICO - Arte Tumular - 294 - Cemitério da Saudades, Americana, São Paulo


ARTE TUMULAR

Local: Cemitério da Saudades, Americana, São Paulo





PERSONAGEM
José Rico, nome artístico de José Rico Alves dos Santos (São José do Belmonte, 29 de junho de 1946 - Americana, 3 de março de 2015), foi um cantor brasileiro de música sertaneja. Fez parte da importante dupla sertaneja Milionário e José Rico.
Morreu aos 68 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
José Rico também foi um grande compositor, e a música Estrada da Vida é de sua autoria, talvez o maior sucesso da vitoriosa trajetória da dupla, que deu título ao filme Na estrada da vida, estrelado pelos mesmos. A dupla também atuou em outro filme, Sonhei com você, dirigido por Ney Sant'Anna. Por ter sido criado na cidade de Terra Rica, no estado do Paraná, desde os dois anos de idade, José Rico acabou adotando, e registrando em cartório, o nome José Rico Alves dos Santos, em alusão à cidade paranaense onde viveu sua infância. O apelido foi inventado por um padre, ainda durante a infância de José Rico. Outra probabilidade seja talvez herdada de Johnny Cash, de uma tradução quase literal de seu nome. Considerando que Johnny Cash teve reconhecimento mundial somente na época em que José Rico formou dupla com Milionário, juntos há mais de 40 anos .



 Em meados do ano de 1969, José Rico e seu já parceiro de dupla, Milionário, se encontravam na cidade de Dourados, MS, em uma barbearia, do saudoso barbeiro e compositor Armando Perrupato, quando conversavam sobre as músicas de Armando que seriam cantadas pela dupla, e quem sabe, algum dia, gravadas. Mas juntamente com eles estava um jovem de nome Victor Wagner (não o da novela) que no próximo ano estaria trabalhando em S.Paulo como diretor artístico da gravadora Califórnia, do também saudoso Mario Vieira. Armando Perrupato, amigo desse jovem diretor de gravadora, me contou que no ano seguinte a dupla procurou a gravadora Califórnia, e ao se encontrarem com Mario Vieira, este estava com Victor Wagner ao seu lado. Mário Vieira relutou muito em gravar a dupla, porque, embora os considerasse ótimos, não via nos mesmos a possibilidade de vender muitos discos, por ainda não estarem na mídia, e nem estarem conhecidos em qualquer região, nem ao menos atuando em circos, como era praxe na época. E também a dupla não tinha dinheiro para gravar por matéria paga, ou seja, adquirindo os primeiros 300 Lps. Victor Wagner, que já havia ouvido a dupla naquela barbearia do compositor Armando Perrupato, passou a insistir tanto com Mario Vieira, que acabou fazendo um acordo de se responsabilizar pela gravação. Talvez nem a dupla soubesse, ou viesse a saber, mas foi assim que se realizou a gravação do primeiro Lp da dupla, pela gravadora Califórnia. O disco em si não chegou a acontecer, mas serviu de cartão de visita para que outros produtores se interessassem pela dupla, e logo em seguida gravaram pela Chantecler, com ótima divulgação em programas de rádio. A gravadora Califórnia, espertamente, trocou a capa daquele primeiro Lp e relançou, ainda mais que a música que fazia sucesso também estava naquele disco, cujo nome do Lp, que era anteriormente "Sempre Sofrendo", passou a ser 'De Longe Também se Ama", e a vendagem começou a aparecer. Conhecido também na região do Vale do Ivinhema, José Rico fez grandes amigos tal qual o saudoso Dino Franco, também compositor.

MORTE
Faleceu no dia 3 de março de 2015, vítima de um Infarto, no município paulista de Americana. Com sua morte, José Rico deixa um legado de fãs de todas as idades e gêneros.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

TOMIE OHTAKE - Arte Tumular - 295 - Cremado

Crematório do Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo






PERSONAGEM
Tomie Ohtake OMC (Quioto, 21 de novembro de 1913 - São Paulo, 12 de fevereiro de 2015) foi uma artista plástica japonesa naturalizada brasileira.
Morreu aos 101 anos de vida.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Aos vinte e três anos de idade viajou ao Brasil, para visitar um irmão mas não pode retornar devido a Segunda Guerra Mundial. É uma das principais representantes do abstracionismo informal. Sua obra abrange pinturas, gravuras e esculturas. Foi premiada no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1960; e em 1988, foi condecorada com a Ordem do Rio Branco pela escultura pública comemorativa dos 80 anos da imigração japonesa, em São Paulo. Pela sua carreira consagrada Tomie Ohtake é considerada a “dama das artes plásticas brasileira”.  Segundo o crítico de arte Ichiro Hariu, os artistas como Tomie Ohtake, Tikashi Fukushima, Manabu Mabe e outros são reconhecidos abstracionistas, representativos do Brasil, que contam com muitos apoiadores. Além de pertencerem ao grupo da geração de imigrantes do pré-guerra. Grupo esse constituído por imigrantes comuns que, após várias mudanças em suas vidas, despertaram para as artes plásticas e iniciaram seus trabalhos. Tomie Ohtake é a mãe do arquiteto Ruy Ohtake.

HISTÓRIA
 Em 1952, iniciou na pintura com o artista Keisuke Sugano. No ano seguinte, integra o Grupo Seibi. Passou um certo tempo produzindo obras no contexto da arte figurativa, a artista define-se pelo abstracionismo. A partir dos anos 1970, passa a trabalhar com serigrafia, litogravura e gravura em metal. Nos anos 50 e 60, participou de Salões nacionais e regionais, tendo sido premiada na maioria deles. Foi convidada a participar da Bienal de Veneza em 1972, pela própria instituição. Recebeu o Prêmio Panorama da Pintura Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Empregou ao longo da década de 1960 o uso tons contrastantes. Revelou afinidade com a obra do pintor Mark Rothko, "na pulsação obtida em suas telas pelo uso da cor e nos refinados jogos de equilíbrio". Cecília França Lourenço, ao comentar a obra de Tomie Ohtake, quando ela atingiu um nível de maturidade, compara com a obra da artista com a de Fukushima e Mabe, no contexto que ambos os três tinham "certa contenção, sem permitir extravasar totalmente a emoção da obra". A arte na década de 80 foi influenciada pelo aparecimento de outros artistas e também pela atuação dos pioneiros, como Tomoo Handa, abstracionistas, como Manabu Mabe, Tikashi Fukushima, Tomie Ohtake, Kazuo Wakabayashi e outros, onde atuaram, no desenvolvimento artístico, como também nos interesses da comunidade de artistas. Tomie se destaca também com o trabalho com esculturas em grandes dimensões em espaços públicos, sendo que na 23ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1995, teve uma sala especial de esculturas. Atualmente, 27 de suas obras são obras públicas, as quais estão em algumas cidades brasileiras. Sendo que em São Paulo, parte delas se tornaram marcos paulistanos, como os quatro grandes painéis da Estação Consolação do Metrô de São Paulo, a escultura em concreto armado na Avenida 23 de Maio e a pintura em parede cega no centro, na Ladeira da Memória.Em 1995 escreveu juntamente com Alberto Goldin escreveu o livro intitulado “Gota d’agua” que foi escolhido pela Jugend Bibliothek de Munique, na Alemanha, como um dos melhores livros editados no Brasil no ano de 1995. 3 No mesmo ano recebeu o Prêmio Nacional de Artes Plásticas do Ministério da Cultura – Minc. Em 2000, é criado o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo..

MORTE
Morreu no dia 12 de fevereiro de 2015, aos 101 anos no Hospital Sírio-Libanês após uma série de paradas cardíaca

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales

MAUSOLÉU DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS - Cemitério São João Batista - Rio de Janeiro




Mausoléu - Foto: Ivo Korytowski

Esta lista contém as 40 cadeiras e seus respectivos patronos, fundadores e sucessores de acordo com a listagem oficial da Academia Brasileira de Letras.


Machado de Assis ao lado de outros literatos brasileiros, em foto de 1890.



Em pé: Rodolfo Amoedo, Artur Azevedo, Inglês de Sousa, Olavo Bilac, José Veríssimo, Sousa Bandeira, Filinto de Almeida, Guimarães Passos, Valentim Magalhães, Rodolfo Bernadelli, Rodrigo Octavio e Heitor Peixoto.
Sentados: João Ribeiro, Machado de Assis, Lúcio de Mendonça e Silva Ramos.


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Visita ao Mausoléu, veja como é por dentro e alguns tumulos


Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales