TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

'REVERTERE AD LOCVM TVVM'

Retornarás de onde vieste

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

ANGELA MARIA - Arte Tumular - - Cemitério Congonhas, São Paulo







ARTE TUMULAR
Uma placa de mármore identifica o tumulo da cantora no gramado do cemitério. O seu corpo foi sepultado no mesmo tumulo onde  se encontra o corpo de Cauby Peixoto.
Local:  Cemitério Congonhas, São Paulo, Brasil

Angela Maria
Informação geral
Nome completoAbelim Maria da Cunha
Também conhecido(a) comoSapoti
Nascimento13 de maio de 1929
OrigemMacaéRJ
Morte29 de setembro de 2018 (89 anos)
Local de morteSão PauloSP
Nacionalidadebrasileira
Gênero(s)
Instrumento(s)voz
Período em atividade19482018
Gravadora(s)
Afiliação(ões)
Influenciado(s)
Página oficialSite Oficial
PERSONAGEM
Angela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Macaé, Rio de Janeiro, 13 de maio de 1929 – São Paulo, São Paulo, 29 de setembro de 2018), foi uma cantora e atriz brasileira, expoente da Era do Rádio, considerada dona de uma das melhores vozes da MPB e eleita a Rainha do Rádio em 1954.
Morreu aos 89 anos



SINOPSE ARTÍSTICA
Intérprete de canções como Babalu (Margarita Lecuona), Gente Humilde (Garoto/Chico Buarque/Vinicius de Moraes), Cinderela (Adelino Moreira) e Orgulho (Waldir Rocha/Nelson Wederkind), serviu como fonte de inspiração para artistas como Elis Regina, Djavan, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Cesária Évora e Gal Costa, além de ter sido, comprovadamente pelo Ibope, por um longo período, a cantora mais popular do Brasil e conquistado a admiração de personalidades como Édith Piaf, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Amália Rodrigues e Louis Armstrong.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
A cantora nasceu em 1929 no interior fluminense, em Macaé, no Rio de Janeiro, distrito de Conceição de Macabu. Em 1952 o distrito foi emancipado de Macaé. De família muito humilde, sua mãe era dona-de-casa e seu pai pastor de igreja evangélica. Por conta disso, desde criança cantava no coral de uma Igreja Batista próxima a sua casa e com isso foi aprendendo a amar a música e o universo das melodias.

Durante sua infância e adolescência, devido a dificuldades financeiras, morou com a família nas cidades de Niterói, São Gonçalo e São João de Meriti, em busca de uma vida melhor em cidades com mais recursos. Durante sua juventude trabalhou em uma fábrica de lâmpadas e foi operária tecelã em uma indústria de tecidos, mas sempre quis ser cantora. Sonhava com a vida nas rádios e com o sucesso, mas seu pai era contra por ser muito religioso, querendo que a filha se convertesse na igreja evangélica e casasse cedo. Ângela não tinha o desejo de viver assim, e foi atrás do seu grande sonho, que era cantar.



Angela sempre contou em entrevistas ter sofrido na vida pessoal. Nunca pode ter filhos, por problemas em seu útero, que ela descobriu ter ainda na adolescência. Foi constantemente alvo da mídia, que sempre tocava no assunto ou inventava boatos a deixando magoada, pois ela sempre quis ser mãe. Apesar de ter feito inúmeros tratamentos, nunca conseguiu engravidar.

A cantora foi casada seis vezes e teve muitos namorados, e revelou que sempre sofreu na mão de todos eles com humilhações e até agressões físicas. A cantora revelou também que certa vez já tentou o suicídio. Contou que quase perdeu tudo, já que seu patrimônio era administrado por seus assessores, que não pagavam suas contas e a roubavam constantemente.

Em 1967, desesperada com sua vida, foi para São Paulo, porém continuava a topar com empresários golpistas e namorados ladrões. Apesar de ter ficado muito tempo vivendo em grande pobreza, cantando em boates e tendo que complementar a renda fazendo faxina para sobreviver, deu a volta por cima anos depois. Angela Maria revelou que seu melhor amigo sempre foi Cauby Peixoto e que tinha uma grande admiração por Dalva de Oliveira.

Em 1979, com 50 anos, conheceu um homem que mudaria sua vida: Um rapaz de dezoito anos que mexeu com seu coração. Ele era noivo. Porém o garoto, chamado Daniel D'Angelo, gostou de Angela, abandonou a noiva e os dois passaram a ter um envolvimento amoroso intenso. Daniel a ajudou quando sofreu um novo golpe, lhe arranjando trabalhos. Eles foram morar juntos com poucos meses de namoro, até que em 13 de maio de 2012, no dia do seu aniversário de 83 anos (e ele com 51) casaram-se oficialmente, no civil e na igreja. Ela foi pedida em casamento dias antes, e aceitou. Embora tenha sido pedida outras vezes, nunca quis se casar oficialmente, até aquele momento. A celebração do casamento foi realizada com uma grande festa para os familiares e amigos. Angela dizia que ele havia sido o único homem que lhe fez verdadeiramente feliz. A cantora era casada com Daniel desde 1979 e adotaram quatro filhos: Ângela Cristina, Lis Ângela, Rosângela e Alexandre.

CARREIRA
Em 1947, aos dezenove anos, trabalhava de dia e à noite tentava por todos os meios conseguir vaga em algum programa de música. Ia de rádio em rádio fazer inscrições para sorteios, até que conseguiu ser premiada e se apresentou aos jurados em uma rádio, passando no teste. Com isso, começou a apresentar-se como cantora no Pescando Estrelas, um programa de calouros. Adotou o nome Angela Maria para não ser identificada pela família, que se soubesse não a deixaria mais sair de casa. Sua interpretação era considerada belíssima, sempre tirava nota máxima e ganhava todos os concursos. Todos a queriam para cantora e assim, foi cantar no famoso Dancing Avenida e depois na rádio Mayrink Veiga. Em 1951, já com o aval da família mesmo após inúmeras brigas, gravou o primeiro disco. Vieram assim os sucessos que a consagraram.

Angela Maria com Carmen Miranda e Almirante em 1955. Arquivo Nacional.

Com grande sucesso no Brasil, passou a viajar o mundo com canções belíssimas em sua voz, considerada muito harmônica. Além de cantora, fez cursos de teatro e atuou em cinema, no longa-metragem Portugal... Minha Saudade em 1973, comédia produzida, dirigida e estrelada por Mazzaropi.

Angela Maria consagrou-se como uma das grandes intérpretes do gênero samba-canção (surgido na década de 1930), ao lado de Maysa, Nora Ney e Dolores Duran.

Gravou dezenas de sucessos como: Não Tenho Você, Babalu, Cinderela, Moça Bonita, Vá, mas Volte, Garota Solitária, Falhaste coração, Canto paraguaio, A noite e a despedida, Gente humilde, Lábios de mel, e outros.

Em 1994 foi Homenageada pela escola de samba paulistana Rosas de Ouro, que com o enredo Sapoti, foi consagrada campeã do carnaval de São Paulo daquele ano.

Neste mesmo ano o cantor Ney Matogrosso gravou o disco Estava Escrito, em homenagem a Angela Maria. O álbum contém canções do repertório da cantora que ficaram consagradas na sua voz.

Em 1996, foi contratada pela gravadora Sony Music e lançou o CD Amigos, com a participação de vários artistas como Roberto Carlos, Gal Costa, Caetano Veloso, Alcione, Fafá de Belém entre outros. O trabalho foi um sucesso, celebrado num espetáculo no Metropolitan, atual Claro Hall, no Rio de Janeiro, e um especial na Rede Globo. O disco vendeu mais de quinhentas mil cópias.

Foi uma fase muito feliz da carreira da cantora que, no ano seguinte, apresentou o álbum Pela Saudade que me Invade, com sucessos de Dalva de Oliveira; e um ano depois gravou com Agnaldo Timóteo, o CD Só Sucessos, também na lista dos cem álbuns nacionais mais vendidos. Após a saída da Sony, Angela voltou a gravar em 2003, desta vez pela Lua Discos, o Disco de Ouro, com um viés eclético, abrangendo compositores que vão de Djavan a Dolores Duran.

Em 2011, após 45 anos do surgimento da série Depoimentos para a Posteridade do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, foi convidada, em 23 de agosto, para deixar registrada sua história. Na entrevista contou passagens importantes de sua carreira artística, afirmando ter gravado 114 discos e vendido cerca de 60 milhões de exemplares.

Nas eleições municipais de 2012, candidatou-se a vereadora da cidade de São Paulo pelo PTB, porém não se elegeu.

Em 2015 foi lançada a sua biografia escrita pelo jornalista Rodrigo Faour, que contou com depoimentos preciosos da cantora.

MORTE
Angela Maria morreu em São Paulo no dia 29 de setembro de 2018, aos 89 anos, em decorrência de uma infecção generalizada e uma parada cardíaca. Estava internada havia 34 dias em um hospital da zona sul da capital paulista. O velório e sepultamento foram programados para o dia seguinte no Cemitério Congonhas, também na zona sul da capital. A TV Globo preparava uma minissérie contando a trajetória de Angela, cuja estreia foi prevista para 2019.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Angela_Maria
Formatação: Helio Rubiales

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

BEATRIZ SEGALL - Arte Tumular - 457 - Cremada



CREMADA
A cerimônia ocorreu no crematório Horto da Paz, localizado em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.



Beatriz Segall
Beatriz Segall em 2011
Nome completoBeatriz de Toledo Segall
Nascimento25 de julho de 1926
Rio de Janeiro, RJ
NacionalidadeBrasil
Morte5 de setembro de 2018 (92 anos)
São Paulo, SP
OcupaçãoAtriz
Atividade1950–2018
CônjugeMaurício Segall (c. 1954–82)
IMDb(inglês)
PERSONAGEM
Beatriz de Toledo Segall (Rio de Janeiro, 25 de julho de 1926 - São Paulo, 5 de setembro de 2018) foi uma atriz brasileira de teatro, cinema e televisão.
Morreu aos 92 anos



SINOPSE ARTÍSTICA
Conhecida por interpretar a grande vilã Odete Roitman em Vale Tudo, um grande sucesso da teledramaturgia brasileira. Sua última telenovela completa foi Bicho do Mato, na Record TV em 2006, na qual interpretou a milionária controladora Bárbara de Sá Freitas.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascida no Rio em uma família da classe média, Beatriz de Toledo era filha do diretor do prestigiado Instituto Lafayette, um tradicional colégio feminino da Tijuca, e recebeu uma educação primorosa para os padrões da época – aprendeu francês, piano e costura.

Na escola sempre assistia encantada aos ensaios das peças teatrais, mas no fim dos anos 1940, garotas de família eram mantidas longe do ambiente “promíscuo” do teatro. Por isso, quando Beatriz comunicou em casa que pretendia integrar o elenco de uma peça profissional, seu pai reagiu mal, dizendo: “Pode ir, mas vai me dar um grande desgosto”. Beatriz não foi.

Em 1946, foi professora de francês, tendo lecionado no Colégio Municipal Barão do Rio Branco, no bairro de Santa Cruz-RJ. Anos mais tarde, surpreendeu sua mãe com a notícia de que tinha ganhado uma bolsa para estudar teatro e literatura em Paris e, dessa vez, não pretendia abrir mão, e começou a estudar teatro no início dos anos 1950. Trabalhou com Henriette Morineau.

Em Paris, prosseguiu os estudos e conheceu Maurício Segall, filho do pintor judeu lituano Lasar Segall e da tradutora Jenny Klabin, com quem se casou em 1954 e teve três filhos: o diretor de cinema Sérgio Toledo Segall, Mário (arquiteto e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie) e Paulo. Nessa época, abandonou a carreira para retomá-la somente em 1964.

No início da década de 1970, seu marido foi preso, pois fazia parte da ALN, fazendo com que passasse por um período de dificuldades. Em 22 de junho de 2009, foi agraciada com a comenda da Ordem do Ipiranga pelo Governo do Estado de São Paulo, na pessoa do então governador José Serra.

Em 21 de julho de 2013, as vésperas de seu aniversário, a atriz caiu em um buraco em uma calçada do bairro da Gávea (bairro do Rio de Janeiro), na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, se machucando seriamente. Na ocasião, Beatriz Segall chegou a receber uma ligação e um pedido de desculpas do prefeito Eduardo Paes.

CARREIRA
Fez longa carreira, sempre voltada ao teatro, frequentou a escola de formação de atores do Serviço Nacional de Teatro, SNT, onde grava uma cena com Jean-Louis Barrault. No fim do curso interpreta Le Bel Indifférent, de Jean Cocteau, abrindo as portas para sua carreira teatral, em 1950, embora tenha trabalhado no cinema, onde estreou em 1950, no filme A Beleza do Diabo, de Romain Lesage.

Recebeu vários prêmios na carreira pelo teatro, dentre os quais, os prêmios Governador do Estado, Prêmio Shell, Mambembe. Já atuou em mais de 40 peças de teatro, dentre elas, Hamlet, Frank V, A Longa Noite de Cristal e Três Mulheres Altas e os monólogos Emily e Lillian

Em 1953, foi integrante da companhia Os Artistas Unidos, de Henriette Morineau, depois em 1964, passou a integrar o Teatro Oficina e fez parceria em 1986 com o Grupo Tapa.

Na Televisão, interpretou personagens que marcaram a história da televisão brasileira, como Lourdes Mesquita, de Água Viva, em 1980, mas foi a personagem de Odete Roitman, de Vale Tudo em 1988, da Rede Globo, considerada uma das maiores vilãs da história da televisão brasileira, que marcou sua carreira televisiva. O sucesso da personagem inspira interpretações de vilões de novelas até os tempos atuais. Além disso, o jargão "Quem Matou Odete Roitman?" (referindo-se ao assassinato da personagem) é até hoje repetido em alusão aos mistérios das tramas em telenovelas. Beatriz já revelou em entrevistas que não gosta de falar sobre a personagem, afirmando que, pela popularidade de sua personagem, acaba nunca sendo reconhecida por outros trabalhos no teatro e no cinema, e que isso a incomoda muito. Além da Lourdes Mesquita em Água Viva (1980) e de Odete Roitman de Vale Tudo (1988), destacou-se também com outras personagens como A Celina em Dancin' Days (1978), A Norah Brandão de Pai Herói (1979), A Laura em Sol de Verão (1982), A Eunice em Champagne (1983) no qual interpretou sua única personagem pobre na TV, A Alzira em Carmem (1987) , da Rede Manchete, A Miss Penélope Brown em Barriga de Aluguel (1990), A Stella em De Corpo e Alma (1992), A Paula em Sonho Meu (1993), A Clotilde Jordão em Anjo Mau (1997).

Em 2006, após nove anos sem integrar o elenco fixo de uma telenovela preferindo dedicar-se apenas ao teatro, aceitou o convite da Record TV para Bicho do Mato, onde vivia a antagonista Bárbara, uma avó fria e sem coração, que vivia em guerra com sua neta por não viver dentro do padrão da alta sociedade. Em 2011, a convite da Rede Globo e do autor Aguinaldo Silva, interpretou mais uma vilã na sua carreira. A vilã, Maria Beatriz, personagem contra a protagonista, Lara Romero Susana Vieira, na 1ª temporada da série Lara com Z, derivada de Cinquentinha, do mesmo autor. Em 2012 atuou na novela Lado a Lado, da Rede Globo, interpretando a personagem Madame Besançon. Em 11 de abril de 2015, Beatriz retornou a Rede Globo para estrear Os Experientes, uma série em quatro capítulos. No primeiro episódio da série, "Assalto", a atriz interpreta Yolanda, uma senhora de idade que está em uma agência bancária no momento em que esta foi assaltada. Sua personagem divide sua história e experiências com um dos assaltantes.

MORTE
Morte A atriz morreu em São Paulo, no dia 5 de setembro de 2018. A causa da morte não foi divulgada

Fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Beatriz_Segall
Formatação: Helio Rubiales

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

HENRIQUE MARTINS - Arte Tumular -Cemitério Israelita, no Butantã, São Paulo




Henrique Martins
Nascimento28 de agosto de 1933
BerlimAlemanha
NacionalidadeBrasil brasileira[1]
Morte26 de agosto de 2018 (84 anos)
São PauloSP
Ocupaçãoator
diretor
Atividade1953 - 2012
PERSONAGEM
Heinz Schlesinger, conhecido por seu nome artístico Henrique Martins (Berlim, 28 de agosto de 1933 — São Paulo, 26 de agosto de 2018), foi um ator e diretor brasileiro.
Morreu aos 84 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
A família de Heinz chegou ao Brasil quando ele tinha três anos de idade. Seu pai era alfaiate e Heinz o ajudava em seu ateliê mas, por insistência da mãe, começou a fazer testes para atuar em novelas de rádio. Tentou na rádio Tupi, ficando em segundo lugar.

Tempos depois foi contratado pela rádio Tupi para integrar o elenco da telenovela Se o Mar Contasse, seu primeiro trabalho na televisão, em 1964. Interpretava o protagonista Marcos, par da atriz Maria Isabel de Lizandra, que também estreava em telenovelas.

O ator permaneceu na Tupi até 1966, quando se transferiu para a Globo. Entre seus muitos trabalhos como diretor, está o de Éramos Seis, telenovela do SBT em 1994.

Ao longo da carreira de mais de seis décadas, Martins passou ainda por Tupi, Globo, Excelsior, Band, Record e Manchete.

O último trabalho de Martins como ator foi em 2012, no remake de "Carrossel", do SBT. Como diretor, esteve à frente de "Revelação", exibida pela mesma emissora em 2008, na qual também atuou.

Ele era viúvo e deixa três filhos.

MORTE
Henrique Martins morreu em 26 de agosto de 2018, aos 84 anos no Hospital Samaritano, em São Paulo, onde estava internado, depois de sofrer uma queda em sua casa e fraturar duas costelas. Depois de ter deixado a UTI, morreu pouco depois por falência múltipla de órgãos. O velório e sepultamento foram marcados para o dia 27 de agosto no Cemitério Israelita, no Butantã, zona oeste da cidade de São Paulo.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Martins
Formatação: Helio Rubiales