TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

'REVERTERE AD LOCVM TVVM'

Retornarás de onde vieste

sábado, 19 de maio de 2018

LUIZ GASPARETTO - Arte Tumular - 456 - Cremado -



CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado

Local: Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes, São Paulo.




PERSONAGEM
Luiz Antonio Alencastro Gasparetto (São Paulo, 16 de agosto de 1949 — Ibid., 3 de maio de 2018) foi um psicólogo, médium psicopictográfico, escritor e locutor brasileiro.
Morreu aos 68 anos.

SINOPSE
Durante quase três anos foi apresentador de televisão do programa Encontro Marcado da RedeTV!, que propunha ajudar casos comuns em família ou sociedade. Tinha estreado na televisão, porém, em 1987, com o programa Terceira Visão, na TV Bandeirantes, programa idealizado pelo espírita Augusto Cesar Vanucci. Gasparetto obteve reputação mundial no final da década de 1970 e durante quase toda a década de 1980 por excursionar a Europa com Elsie Dubugras a fim de mostrar os trabalhos que, supostamente, famosos artistas plásticos — como Renoir, Da Vinci, Rembrandt, Toulouse-Lautrec, Modigliani, Picasso, Monet, entre outros — realizavam através de sua mediunidade.

Durante a década de 1980, rompeu com a doutrina espírita e empenhou-se em projetos ligados à psicologia, autoajuda e espiritualidade, escrevendo livros e ministrando cursos com o objetivo do desenvolvimento do ser. Mais recentemente, porém, em 2009, realizou algumas pinturas mediúnicas em seu Espaço Vida e Consciência.

A partir de 2010, manteve suas atividades ligadas à Nova Era com uma literatura metafísica e com a criação do "teatro de autoajuda" ampliando, também, seu veículo de comunicação com o público através das mídias digitais como Site Pessoal, Aplicativo, Página no Facebook e canal oficial no Youtube. Seu último vídeo foi compartilhado na sua página do Facebook no dia 20 de abril de 2018, 13 dias antes de sua morte.

INFÂNCIA  E JUVENTUDE
Luiz Gasparetto nasceu no Bairro do Ipiranga, São Paulo, em 16 de agosto de 1949, em uma família de imigrantes italianos. Seus pais, Aldo e Zíbia Gasparetto, educaram-no dentro da doutrina espírita, que os permitiram entender as preliminares capacidades mediúnicas da criança.

Aos treze anos, os biógrafos anotam que Luiz teria pintado um belo quadro que havia sido influenciado pelo espírito de Claude Monet. Com tal demonstração, foi levado até o famoso Chico Xavier que lhe deu certas instruções e que lhe deu o nome de vários espíritos que pintavam por seu intermédio.

Elsie Dubugras levou-o a uma viagem de dois meses pela Europa, onde Luiz passou a assinar quadros com os nomes de Renoir, Da Vinci, Rembrandt, Toulouse-Lautrec, Modigliani, Picasso, Monet, entre outros. Disse numa entrevista, já adulto: "As pessoas pensam que quando você morre, você se transforma, mas isto não é verdade, permanecemos os mesmos: apenas evoluímos com base nas experiências que fizemos… No entanto, na dimensão em que eles [os pintores falecidos] estão, eles se apresentam diferentes na forma física. Toulouse-Lautrec, por exemplo, quando se aproxima de mim, não tem nenhum problema nas pernas. Parece-me uma pessoa muito alegre e cheia de humor.

MORTE
Em fevereiro de 2018, o medium revelou que havia sido diagnosticado com câncer de pulmão. Gasparetto morreu em 3 de maio do mesmo ano, em decorrência da doença. O velório aconteceu no dia seguinte, no cemitério Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes, onde foi realizada também a cremação do corpo.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales


ELOÍSA MAFALDA - Arte Tumular - 455 - Cemitério N.S. do Desterro, Jundiaí, São Paulo




Local: Cemitério N.S. do Desterro, Jundiaí, São Paulo




PERSONAGEM
Eloísa Mafalda, nome artístico de Mafalda Theotto (Jundiaí, 18 de setembro de 1924 — Petrópolis, 16 de maio de 2018), foi uma atriz brasileira.
Morreu aos 93 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Neta de italianos, Mafalda já nasceu alegre. Diz brincando: “Eu era infeliz e não sabia”. Na verdade, as dificuldades financeiras da família, lhe eram passadas de forma realista, mas não difíceis, pois apesar de ser humilde, tudo o que queria era ser feliz.

Em 1940, os pais se divorciaram. Para ajudar a mãe no sustento do lar, seu irmão Oliveira Neto foi ser locutor nas rádios Tupi e Difusora de São Paulo. Mafalda passou trabalhar como costureira.

Tempos depois, conseguiu um emprego como auxiliar de escritório nas Emissoras Associadas, onde conheceu a alemã Alice Waldvoguel, que lhe ensinou sobre arte e interpretação. Antes, aos 12 anos, quase participou dos Jogos Olímpicos de 1936, porque era ótima nadadora, mas sua ida à Olimpíada acabou não dando certo pois o pai dela não deixou.Ela mesma contou esta história em seu depoimento ao museu da tv.

INÍCIO DA VIDA ARTÍSTICA
O início da vida artística de Mafalda aconteceu por acaso. O irmão Oliveira Neto foi para a Tupi-Tamoio, do Rio de Janeiro. Para trazer a irmã, a convenceu a fazer um teste de rádio-teatro. Mafalda fez e foi aprovada, e escolheu o nome artístico Eloísa Mafalda, por ser mais bonito que só seu primeiro nome, passando a trabalhar em radionovelas da Rádio Nacional e em seguida, foi para a televisão atuar na TV Paulista. Eloísa Mafalda permaneceu na TV Paulista até o seu término, quando esta foi vendida para a TV Globo, onde a atriz interpretou papéis inesquecíveis na sua carreira como a Dona Nenê da primeira versão de A Grande Família; a Maria Machadão de Gabriela; Dona Mariana em Paraíso; Gioconda Pontes em Pedra sobre Pedra e Manuela em Mulheres de Areia. Porém, sem dúvida, o seu maior sucesso foi Dona Pombinha Abelha em Roque Santeiro.

Conhecida no Brasil todo e no estrangeiro, a antiga secretária, a discípula de Dona Alice, muito se espanta e se comove com seu sucesso. E diz de forma graciosa, simpática, verdadeira: “Tudo aconteceu por acaso. Eu não queria ser atriz. Foi tudo uma brincadeira”.

Estreou no cinema em 1950 no filme Somos Dois. No teatro, estreou em 1965, na peça O Morro dos Ventos Uivantes. Pouco se dedicou à estas áreas de atuação artística.

Eloísa Mafalda foi casada com Miguel Teixeira por três anos, com quem teve dois filhos: Marcos e Mírian. Não casou-se mais após o divórcio, apenas manteve alguns relacionamentos estáveis. A atriz teve dois netos e dois bisnetos. Além dos problemas de memória, conviveu por muitos anos com as sequelas de uma fratura no fêmur, após uma queda em casa.

 Em 2012, cedeu entrevista ao Vídeo Show onde relembrou personagens de sucesso que interpretou na Rede Globo e ao blog do autor Aguinaldo Silva.

MORTE
 Em 16 de maio de 2018, a atriz faleceu de insuficiência respiratória em decorrência da idade, em sua casa, na qual vivia com sua filha, na cidade fluminense de Petrópolis. O sepultamento ocorreu em sua cidade natal, Jundiaí, no interior paulista.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

sábado, 28 de abril de 2018

AGILDO RIBEIRO - Arte Tumular - 454 - Memorial do Carmo - Cremação, Rio de janeiro




O velório será no domingo, a partir das 10h, no Memorial do Carmo, no Caju, zona portuária do Rio, seguido de cerimonia de cremação fechada, só para a família.


Agildo Ribeiro
Agildo em 2015
Nome completoAgildo da Gama Barata Ribeiro Filho
Nascimento26 de abril de 1932
Rio de JaneiroRJBrasil
Morte28 de abril de 2018 (86 anos)
Rio de JaneiroRJ
OcupaçãoAtor e humorista
IMDb(inglês)
PERSONAGEM
Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho (Rio de Janeiro, 26 de abril de 1932[1] — Rio de Janeiro, 28 de abril de 2018) foi um ator e humorista brasileiro.
Morreu aos 86 anos.



SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho do político Agildo Barata, Agildo foi casado cinco vezes. Suas esposas foram mulheres famosas como Consuelo Leandro e Marília Pera, mas passou 35 anos casado com a bailarina e também atriz Didi Barata Ribeiro, falecida em 2009.

Agildo foi o primeiro ator que interpretou João Grilo, o personagem central da peça de Ariano Suassuna Auto da Compadecida.

Um humorista de enorme sucesso na década de 1970 tanto no Brasil como em Portugal, co-estrelou diversos programas de humor da Rede Globo ao lado de Jô Soares, Paulo Silvino e Chacrinha.

Naquela fase, o seu programa mais famoso foi Planeta dos Homens. Em 2013, aos 81 anos, Agildo que apesar de ter se casado 5 vezes, nunca teve filhos nesses relacionamentos, descobriu que ere pai de um homem de 47 anos.

 Agildo Ribeiro, fez grande sucesso,  com o ratinho Topo Gigio, transformando seu parceiro em uma grande celebridade. Com a atração sendo exibida em horário nobre (quintas-feiras, às 20h30), começava uma grande mania nacional, com o ratinho sendo visto em uma infinidade de produtos licenciados, como bonecos, roupas e revistas. Naquela época, o ratinho ainda contracenava com outra grande estrela: Regina Duarte, então considerada a namoradinha do Brasil.

MORTE
Agildo Ribeiro morreu em 28 de abril de 2018 no Rio de Janeiro,  em sua casa no Leblon de problemas cardíacos.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales