TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ELIANA MACEDO - Arte Tumular - 314 - ?









PERSONAGEM
Eliana Macedo  (Itaocara, 21 de setembro de 1926 - Rio de Janeiro, 18 de julho de 1990) foi uma atriz e cantora brasileira.
Morreu aos 63 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nasceu em Portela, terceiro distrito do município de Itaocara. Seu avô incentivou filhos e netos a tocarem algum instrumento musical, formando a banda XV de novembro e tendo Eliana como intérprete da banda. Como não havia escolas em seu distrito natal, Eliana foi estudar em Nova Friburgo, onde cursou o primário. Posteriormente, cursou o ginásio em Miracema e o curso nomal na Escola Normal de Nossa Senhora do Carmo, em Cataguases - Minas Gerais.

Sua primeira atuação em filmes foi no "E o mundo se diverte", em 1948, sendo dirigida por Watson Macedo (seu tio) ao lado de Carlos Manga, que foi responsável pela época áurea da Atlântida Cinematográfica. Watson Macedo dirigiu Eliana por quase toda a sua vida artística. Nos filmes, em vários números musicais imitou por diversas vezes os trejeitos de Carmen Miranda.

Seu grande momento como atriz foi no filme Carnaval no Fogo de 1949, em que ela fez dois papéis (de duas mulheres). Watson Macedo tinha preferência pelas atrizes Maria Della Costa e Cacilda Becker, mas os diretores da Atlântida impuseram Eliana e foi um sucesso.

Estrela das chanchadas da Atlântida fez cerca de 26 filmes. Contracenou com artistas que marcaram época, tais como Oscarito, Anselmo Duarte, Cyll Farney, Trio Irakitan, José Lewgoy, Grande Otelo, entre muitos outros.

Cantou, gravou e interpretou seus filmes com Adelaide Chiozzo e seu acordeão, sobressaindo os sucessos Pedalando, de Anselmo Duarte/Bené Nunes, Bate o bombo Sinfrônio, Encosta sua cabecinha e Vem cá sabiá.


Casou-se com o pioneiro do rádio no Brasil, o radialista da Rádio Nacional, atual CBN, Renato Murce, do Rio de Janeiro, em 1950, causando muitos comentários devido à grande diferença de idade.

Em 1954 foi agraciada com o Prêmio Saci - de melhor atriz, com o filme A outra face do homem; participou também do filme Malandros em Quarta Dimensão, de Luiz de Barros. Em 1958, no filme Alegria de Viver, exibiu seu talento de dançarina experimentando um novo estilo: o Rock'n roll.

MORTE
Faleceu em 1990, no Rio de Janeiro, vitima de enfarte.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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