TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

CYLL FARNEY - Arte Tumular - 315 - Cemitério do Caju, Rio de Janeiro




ARTE TUMULAR


Local:  Cemitério do Caju, Rio de Janeiro





PERSONAGEM
Cyll Farney, nome artístico de Cilênio Dutra e Silva (14 de setembro de 1925 — 14 de março de 2003) foi um ator brasileiro.
Morreu aos 77 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Estreou em A Escrava Isaura em 1949 e destacou-se nas chanchadas da Atlântida nos anos 40 e 50 e e em filmes como Chico Viola Não Morreu.

Farney trabalhou durante pouco tempo na TV e chegou a fazer algumas telenovelas. Nos últimos anos, dedicava-se a sua própria produtora de filmes. Sua última aparição na televisão foi na minissérie Hilda Furacão, da Rede Globo.

 Cyll Farney era irmão do músico Dick Farney, morto em 1987. Tinha estudado Farmácia nos Estados Unidos e tocava bateria na banda do irmão. E foi dele que Cyll Farney tirou seu nome artístico. 'Meu pai inventava estas coisas. Farney veio de Farnésio, o nome do Dick. Por causa dele, adotei também', disse ele numa entrevista em 1999.

Depois de deixar a carreira de ator, em 1972, continuou ligado às câmeras, trabalhando como produtor em 14 filmes. Cyll continuou na ativa administrando seu estúdio, Tycoon (locado muitas vezes para a Rede Globo no período anterior à inauguração do Projac), e uma série de documentários biográficos enfocando nomes como Francisco Alves, Orlando Silva e outros grandes da música brasileira, resgatando a memória de artistas de sua geração.

MORTE
Cyll Farney faleceu no Rio de Janeiro, em 2003, aos 77 anos

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