TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

terça-feira, 2 de maio de 2017

BUZA FERRAZ - Arte tumular - 386 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro






PERSONAGEM
Alberto Paulo "Buza" Ferraz (Rio de Janeiro, 3 de maio de 1950 - Rio de Janeiro, 3 de abril de 2010) foi um ator e diretor brasileiro.
Morreu aos 59 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Em 1974, participou da novela O Rebu, da Rede Globo, cujo personagem Cauê, por quem o milionário Conrad Mahler, interpretado por Ziembinski, era apaixonado platonicamente. No texto, escrito por Bráulio Pedroso, o milionário assassina a namorada de Cauê, por ciúmes, o que se torna o grande mistério da trama.
Mas a história foi censurada. Era a primeira vez em que o personagem principal de uma novela brasileira era homossexual - a primeira narrativa a abordar o tema havia sido Assim na Terra Como no Céu (1970-1971), com o personagem Rodolfo Augusto, interpretado por Ary Fontoura.

Dirigiu o filme For All - O Trampolim da Vitória, em 1997, junto com Luiz Carlos Lacerda. Foi sócio-fundador e diretor do centro cultural Espaço Telezoom (criado em 2008), cuja proposta é oferecer, ao público, uma programação diversificada e de qualidade.

MORTE
Faleceu no dia 3 de abril de 2010, às 2h15min da madrugada, após sofrer três paradas respiratórias no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. Foi enterrado na tarde do mesmo dia no cemitério São João Batista, em Botafogo.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formastação: Helio Rubiales

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