TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quarta-feira, 26 de abril de 2017

CARLOS CHAGAS (Jornalista) - Arte Tumular - 368 - Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, Brasilia




Local: Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, Brasilia

Nascimento20 de maio de 1937
Três PontasMinas Gerais
Morte26 de abril de 2017 (79 anos)
BrasíliaDistrito Federal[1]
NacionalidadeBrasileiro
Alma materPontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
OcupaçãoAdvogadoescritorprofessor e jornalista



PERSONAGEM
Carlos Chagas (Três Pontas, 20 de maio de 1937 — Brasília, 26 de abril de 2017) foi um advogado, escritor, professor e jornalista brasileiro.
Morreu aos 79 anos de idade

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Formado em Direito pela PUC-Rio, Carlos foi professor da Universidade de Brasília (UnB) durante 25 anos.

Carlos era pai de Helena Chagas, ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo de Dilma Rousseff.

JORNALISTA
 Iniciou no jornalismo como repórter de O Globo, em 1958. Depois passou pelo O Estado de S. Paulo, onde permaneceu durante 18 anos

APRESENTADOR - COLUNISTA - COMENTARISTA
Apresentou o programa Jogo do Poder, exibido pela CNT e que antes ia ao ar pelas redes Manchete e RedeTV!. Apresentou o programa Falando Francamente.

Além de apresentador, foi um colunista de doze jornais onde comentou e criticou a forma com que a imprensa brasileira atua.
Foi comentarista de política do Jornal do SBT em Brasília e na Jovem Pan.
Seu último trabalhos foi como comentarista do CNT Jornal em Brasília.

Em 29 de dezembro, Carlos participa pela última vez do Jogo do Poder, já que ele anunciou tanto sua saída da emissora como a aposentadoria da televisão. No programa derradeiro estava entre os convidados, a sua filha Helena Chagas

ESCRITOR
Como escritor publicou, entre outros livros "O Brasil sem Retoque: 1808 - 1964", "Carlos Castelo Branco: o Jornalista do Brasil" e "Resistir é Preciso". Pertence à Academia Brasiliense de Letras

VIDA PÚBLICA
Foi assessor de imprensa da Presidência da República em 1969 no governo Costa e Silva.

MORTE
Carlos Chagas faleceu em 26 de abril de 2017, em Brasília.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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