TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

RENATO CORTE REAL - A|rte Tumular - 321 - Cemitério da Saudade, Campinas, São Paulo







Local: Cemitério da Saudade, Campinas, São Paulo



PERSONAGEM
Renato Corte Real (Campinas, 6 de outubro de 1924 — São Paulo, 9 de maio de 1982) foi um ator e comediante brasileiro, pai do ator Ricardo Corte Real.
Morreu aos 57 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Na década de 1950, Renato Corte Real participou de um programa de calouros imitando uma garota-propaganda e, a partir daí, se tornou um profissional do humor.

Participou de todos os programas importantes de humor na televisão, nas décadas de 60 e 70, como Papai Sabe Nada, Grande Show União, Corte Rayol Show, Galeria 81, Alô Brasil, Aquele Abraço, Faça Humor, Não Faça Guerra e Satiricom, estes dois últimos ao lado de Jô Soares.

 Foi o criador do quadro humorístico Epitáfio e Santinha, inicialmente estrelado por ele e Nair Bello no programa Grande Show União, em 1961, na TV Record, e baseado na antiga história em quadrinhos Pafúncio e Marocas. O quadro voltou ao ar no programa Zorra Total, com os mesmos textos escritos por ele há mais de 40 anos e seu papel interpretado por Rogério Cardoso.


Fez muito sucesso também como "o presidiário" que, quando era avisado da visita da mulher tapada (interpretada por sua esposa na vida real), dizia para o carcereiro Nelson (que chamava de Nérso): "Fala pra ela que eu saí!". Renato foi um dos pioneiros do SBT, participando do primeiro programa humorístico do recém-criado canal, o Reapertura. O artista era contratado da emissora quando morreu.

MORTE
Morreu vítima de câncer no fígado e no pâncreas.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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