TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

terça-feira, 17 de novembro de 2015

FERREIRA NETTO - Arte Tumular - 340 - Crematório de Vila Alpina, São Paulo










PERSONAGEM
Joaquim Antônio Ferreira Netto (São Paulo, 2 de janeiro de 1938 — São Paulo, 4 de agosto de 2002) foi um jornalista brasileiro.
Morreu aos 64 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Trabalhou na Folha da Tarde como colunista, e por inúmeras emissoras de televisão nas décadas de 1970, 1980 e 1990, onde apresentava um programa de debates, semanal ou diário, conforme o caso, que levava o seu nome, cujo tema de abertura era a música instrumental Bayou, da banda The Love Unlimited Orchestra.

PROGRAMA FERREIRA NETTO
Foi o primeiro da televisão brasileira a fazer um debate televisivo entre os dois principais candidatos ao governo paulista, na eleição de 1982, entre Franco Montoro (PMDB) e Reynaldo de Barros (PDS), depois da abertura política de 1979, no SBT, onde manteve um programa de entrevistas políticas nos finais de noite. Inclusive, no final do debate que deixou o SBT na liderança, o dono do canal, Silvio Santos, antes término, entrou no estúdio e cumprimentou publicamente Ferreira Neto, chegando a confessar que estava com receio de autorizar a realização do referido debate. Ferreira Netto costumava começar a atração conversando por um telefone vermelho com um suposto amigo, chamado de Léo. Usando desse estratagema, criticava e comentava as atualidades da política e da economia.

Ferreira Netto também era um crítico ferrenho do PT e do então presidente José Sarney.

Em 1º de outubro de 1970, invadiu o estúdio da TV Excelsior[2] - da qual era diretor - e anunciou aos telespectadores que o governo havia decretado o fim da Excelsior. Naquele momento, na central técnica da Excelsior, estavam alguns técnicos do DENTEL, que tiraram a emissora do ar naquele momento.

Em 1990, candidatou-se ao Senado pelo PRN do então presidente Fernando Collor, tendo perdido para Eduardo Suplicy (PT). No entanto, ficou à frente de nomes de vulto da política nacional, como o ex-governador Franco Montoro (PSDB) e o empresário Guilherme Afif Domingos (PL).

Mantinha uma coluna com notícias de bastidores da televisão que era veiculada em vários jornais do Brasil, como O Dia, Folha da Tarde de Porto Alegre ou Jornal da Tarde de São Paulo.

Vídeo: homosapiens
MORTE
Ferreira Netto faleceu em São Paulo, aos 64 anos, por falência múltipla dos órgãos , após três semanas de internação. Seu corpo foi velado no dia seguinte no Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa de São Paulo e cremado  no Cemitério da Vila Alpina.

Fonte:pt.wikipedia.oirg
Formatação:Helio Rubiales

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