TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

domingo, 18 de outubro de 2015

OSCARITO - Arte Tumular - 301 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro






Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro



PERSONAGEM
Oscarito, pseudônimo de Oscar Lorenzo Jacinto de la Imaculada Concepción Teresa Diaz (Málaga, 16 de agosto de 1906 — Rio de Janeiro, 4 de agosto de 1970) foi um ator hispano-brasileiro, considerado um dos mais populares cômicos do Brasil. Ficou famoso pela dupla que fez com Grande Otelo, em comédias dirigidas por Carlos Manga e Watson Macedo.
Morreu aos 64 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Nasceu em família circense, vindo para o Brasil com um ano de idade, mas somente naturalizou-se em 1949. Seu pai era alemão e a mãe, portuguesa. Estreou no circo aos cinco anos de idade, e ali aprendeu a tocar violino, sendo ainda palhaço, trapezista, acrobata e ator. Estreou no teatro de revista em 1932, na peça Calma, Gegê, que satirizava o ditador Getúlio Vargas, de quem se tornaria amigo. No cinema, estreou em Noites Cariocas, de 1935, embora tenha figurado num filme anterior, e foi nessa arte que ganhou enorme popularidade no país. Fez parceria com Grande Otelo em diversos filmes de chanchada. Seu nome, no Brasil, era paralelo para os maiores humoristas do cinema, como Charles Chaplin ou Cantinflas.
Foi casado com Margot Louro, com quem teve dois filhos.

MORTE
Na manhã de 15 de agosto de 1970, sentiu-se mal, devido a um AVC, e foi internado, já em coma, vindo a morrer  Seu corpo foi velado no salão nobre da Assembleia Legislativa da Guanabara, com a presença de mais de duas mil pessoas. O enterro levou cerca de quinhentas pessoas ao Cemitério São João Batista.

FILMOGRAFIA
1975 - Assim era a Atlântida
1968 - Jovens Para Frente
1967 - A Espiã que Entrou em Fria
1965 - Crônica da Cidade Amada
1962 - Os Apavorados
1962 - Entre Mulheres e Espiões
1960 - Dois ladrões
1960 - Duas Histórias
1959 - O Cupim
1959 - Pintando o Sete
1959 - O Homem do Sputnik
1958 - Esse Milhão é Meu
1957 - De Vento em Popa
1957 - Treze Cadeiras
1956 - Vamos com Calma
1956 - Colégio de Brotos
1956 - Papai Fanfarrão
1955 - O Golpe
1955 - Guerra ao Samba
1954 - Matar ou Correr
1954 - Nem Sansão nem Dalila
1953 - Dupla do Barulho
1952 - Três Vagabundos
1952 - Carnaval Atlântida
1952 - Barnabé, tu és meu
1951 - Aí Vem o Barão
1950 - Aviso aos Navegantes .... Frederico
1949 - Carnaval no Fogo
1949 - Caçula do Barulho
1948 - É com Este que Eu Vou
1948 - Falta Alguém no Manicômio
1948 - E o Mundo se Diverte
1947 - Asas do Brasil
1947 - Este Mundo é um Pandeiro
1946 - Fantasma por Acaso
1945 - Não Adianta Chorar
1944 - Gente Honesta
1944 - Tristezas não Pagam Dívidas
1942 - Os Malandrões
1941 - O Dia é Nosso
1941 - Vinte e Quatro Horas de Sonho
1940 - Céu Azul
1938 - Banana da Terra
1938 - Bombonzinho
1938 - Está Tudo Aí!
1936 - Alô, Alô Carnaval
1935 - Noites Cariocas
1933 - A Voz do Carnaval

Fonte: pt.wikpédia.org
Formatação: Helio Rubiales

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