TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

domingo, 22 de março de 2015

CLÁUDIO MARZO - Arte Tumular - 296 - Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, Rio de Janeiro




CREMADO

O seu corpo foi cremado, em cerimônia fechada para a família.

Local: Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, Rio de Janeiro




PERSONAGEM
Cláudio da Silva Marzo (São Paulo, 26 de setembro de 1940 - Rio de Janeiro, 22 de março de 2015 ) foi um ator brasileiro.
Morreu aos 74 anos de idade.
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SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Pai da atriz Alexandra Marzo, fruto do seu casamento com a atriz Betty Faria, também foi casado com a atriz Denise Dumont com quem tem um filho chamado Diogo e pai de Bento, fruto do seu casamento com a atriz Xuxa Lopes. Cláudio foi filho de um metalúrgico e de uma dona de casa. Na TV se destacou em novelas como Irmãos Coragem, Minha Doce Namorada, Carinhoso, Senhora, Brilhante, Plumas & Paetês, Cambalacho, Bambolê, Fera Ferida, A Indomada, Era Uma Vez e Andando nas Nuves e nas minisséries Quem Ama Não Mata e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes. Também participou da novela Pantanal, na extinta TV Manchete, no antológico personagem José Leôncio, o Velho do Rio. Em 1962, na extinta TV Tupi, protagonizou o compositor Frédéric Chopin, ao lado de Laura Cardoso, que interpretou George Sand.



MORTE
O ator faleceu no dia 22 de março de 2015 aos 74 anos vítima de complicações pulmonares, após internação no CTI desde o dia 04 de março..
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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