TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quinta-feira, 8 de maio de 2014

JAIR RODRIGUES - Arte Tumular - 286 - Cemitério do Morumbi, São Paulo

O velório será na Assembleia Legislativa de São Paulo e o corpo será sepultado no Cemitério do Morumbi



PERSONAGEM
Jair Rodrigues de Oliveira (Igarapava, 6 de fevereiro de 1939 — Cotia (SP), 8 de maio de 2014) foi um cantor brasileiro.
Morreu aos 75 amos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Sua carreira musical começou quando foi crooner no meio dos anos 50 na cidade de São Carlos, lá chegando em 1954 e participando da noite são-carlense que era intensa na época, também com participações na Rádio São Carlos como calouro e com apresentações, vivendo intensamente em São Carlos, até o fim da década.
Em 1958 Jair Rodrigues prestou o serviço militar no Tiro de Guerra de São Carlos, como Soldado Atirador nº 134, que na época era denominado TG 02-043. No início da década de 60 foi tentar o sucesso na capital do Estado, e obteve-o participando de programas de calouros na televisão. Em 1965, Elis Regina e Jair Rodrigues fizeram muito sucesso com sua parceria no programa O Fino da Bossa, programa da TV Record. Em 1966, Jair participou do festival daquele ano com a música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros, desta vez em conjunto com o Quarteto Novo. Conhecido por cantar sambas, Jair surpreendeu o público com uma linda interpretação da canção. Disparada . A partir daquele momento, sua carreira decolou e seu talento assegurou décadas de sucesso ao cantor. Realizou turnês pela Europa, Estados Unidos e Japão. Em 1971, gravou o samba-enredo Festa para um Rei Negro, da Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro. Jair interpretou sucessos sertanejos como O Menino da Porteira, Boi da Cara Preta e Majestade o Sabiá.

Apesar de alguns anos trabalhando com menos intensidade, Jair Rodrigues continuou a lançar discos durante as décadas de 80 e 90. Já na segunda metade dos anos 90, ele se tornou um artista da gravadora Trama, de propriedade de João Marcello Bôscoli, filho de Elis Regina. Lançou dois volumes de canções ao vivo que pontuaram sua carreira. O disco que mais chamou atenção foi “Intérprete”, lançado em 2002, que tem produção musical de Jair de Oliveira, seu filho, que ainda assina a música “Mãe de Verdade”. “Intérprete” traz participações especiais de Lobão, Dominguinhos, Wilson Simoninha e Luciana Mello, também filha de Jair. Os clássicos da bossa nova foram registrados por Jair, no álbum “A Nova Bossa por Jair Rodrigues”. Em 2005, lançou, também pela Trama, “Alma Negra”, com interpretações emocionantes do melhor do samba.
Era  pai de Luciana Mello e Jair Oliveira.
MORTE

Fonte: pt.wikipedia.org
          Letras.com.br
Formatação: Helio Rubiales

Nenhum comentário:

Postar um comentário