TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

MIGUEL COLASSUONNO - Arte Tumular - 266 - Cemitério do Morumbi, São Paulo


(Foto ilustrativa)

ARTE TUMULAR
Placa de bronze com o nome e datas no gramado do cemitério
Local: Cemitério do Morumbi, São Paulo
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Miguel Colasuonno (São Paulo, 2 de fevereiro de 1939 — São Paulo, 4 de outubro de 2013) foi um economista , político brasileiro e prefeito indicado de São Paulo.
Morreu aos 74 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Fez o ensino fundamental e médio no tradicional Colégio Dante Alighieri e formou-se em Economia na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEAUSP), tendo sido presidente do Centro Acadêmico Visconde de Cairu. Foi prefeito indicado da capital paulista, entre 1973 e 1975, na época do regime militar, tendo sido nomeado pelo então governador Laudo Natel, em substituição a José Carlos de Figueiredo Ferraz, que havia sido demitido do cargo. Em 1973, foi galardoado com o prêmio Economista do Ano . Na sequência, foi assessor do ministério de Planejamento, na época em que o general Ernesto Geisel ocupava a presidência da República. Colasuonno era também PhD em Relações Internacionais pela Universidade Vanderbilt (Estados Unidos) e pós-graduado em Economia, com especialização em Comércio Internacional e Câmbio, pela Universidade de São Paulo. Foi diretor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Foi presidente da Embratur (1980-1985) e do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo (1986-1995), além de vereador de São Paulo de 1992 a 2000, quando foi um dos principais líderes da base de apoio aos prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta, chegando à presidência da Câmara Municipal em 1994. Foi diretor administrativo da Eletrobrás e presidente do conselho da Eletronuclear.
MORTE
 O ex-prefeito e ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Miguel Colasuonno, morreu  aos 74 anos, por complicações decorrentes de leucemia aguda, conforme informou seu filho Eduardo Colasuonno, 45. Morreu no Instituto do Coração de São Paulo (INCOR). Foi sepultado no Cemitério do Morumbi
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales .

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