TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quarta-feira, 22 de maio de 2013

RUY MESQUITA - Arte Tumular - 238 - Cemitério da Consolação, São Paulo







ARTE TUMULAR
Túmulo em granito polido marrom, em formato quadrado, composto por três níveis, dois laterais e o central onde se encontra a porta de acesso em bronze escuro. Na cabeceira tumular erguem-se duas paredes laterais e uma central configurando a lápide. Nessa parede destaca-se uma placa de bronze com o nome do jornalista e datas.
LOCAL: Cemitério da Consolação, São Paulo, Brasil
Foto: Nathália Duarte/G1
          Luis Paulo Muller Schmitt
Descrição tumular:Helio Rubiales





PERSONAGEM
Ruy Mesquita (São Paulo, 16 de abril de 1925 — São Paulo, 21 de maio de 2013) foi um jornalista brasileiro.
Morreu aos 88 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho do jornalista Júlio de Mesquita Filho, Ruy Mesquita cursou a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, mas acabou trocando os estudos jurídicos pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Passou a trabalhar no jornal O Estado de S. Paulo (popularmente conhecido como Estadão) em 1948 e tornou-se editor da seção internacional. Ao cabo da Revolução Cubana, foi o único jornalista brasileiro a entrevistar Fidel Castro, sendo homenageado pelo presidente daquele país no ano seguinte. Em 1966, assumiu a direção do recém-criado Jornal da Tarde, diário que revolucionou a linguagem do jornalismo brasileiro. Após a morte de seu irmão Julio de Mesquita Neto, em 1996, assumiu a direção do Estadão.
Casado com Laura Maria Sampaio Lara Mesquita, teve os filhos Ruy, Fernão, Rodrigo e João, 12 netos e um bisneto.
MORTE
 Morreu em 21 de maio de 2013, em decorrência de um câncer na base da língua.  Com velório em sua residência no Pacaembu (bairro de São Paulo), e com sepultamento no Cemitério da Consolação.
Fonte: pt.wikipedia.org.
Formatação: Helio Rubiales

Um comentário:

  1. Ele não foi sepultado no mesmo túmulo do pai dele

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