TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

domingo, 15 de fevereiro de 2009

EMILINHA BORBA-18 - Arte Tumular - Cemitério do Cajú, Rio de Janeiro


 ARTE TUMULAR
Base tumular retangular em mámore branco, sendo um dos lados maior do retângulo. Na parte posterior uma lápide com a  foto emoldurada em bronze da cantora  e a sua assinatura, também em bronze.
LOCAL: Cemitério do Cajú, Rio de Janeiro
Foto: Daniel Clark
Descrição Tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
Emília Savana da Silva Borba, conhecida como EMILINHA BORBA, (Rio de Janeiro, 31 de agosto de 1923 — Rio de Janeiro, 3 de outubro de 2005) foi uma cantora brasileira.
Morreu com a idade de 82 anos.
BIOGRAFIA
Iniciou sua carreira artística no fim da década de 1930, consagrando-se nas décadas seguintes como uma das mais representativas cantoras do Brasil.
Após 22 anos sem gravar um trabalho só seu, a Favorita da Marinha lançou, em 2003, o CD "Emilinha Pinta e Borba", com participações de diversos cantores como Cauby Peixoto, Marlene, Ney Matogrosso, Luís Airão, Emílio Santiago, entre outros, e, no início de 2005, o CD "Na Banca da Folia", para o carnaval do mesmo ano, com a participação do cantor Luís Henrique na primeira faixa - Carnaval Naval da Favorita - e de MC Serginho na Marcha-Funk da Egüinha Pocotó.
Emilinha continuou fazendo espetáculos pelo Brasil inteiro, tendo marcado presença, nos seus três últimos anos de vida, em vários estados brasileiros como Pernambuco, Ceará, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Bahia.
Seus maiores sucessos, entre centenas de outros, são: o bolero "Dez Anos", de Rafael Hernández com versão de Lourival Faissal e a marcha "Chiquita Bacana", de João de Barro e Alberto Ribeiro.
Por falta de gravadora, Emilinha Borba, a mais popular cantora brasileira de todos os tempos, teve que vender seus CDs em praça pública.
Fonte: pt.wikipédia.org
Formatação e Pesquisa: Helio Rubiales

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