TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quinta-feira, 4 de maio de 2017

OTTO LARA RESENDE - Arte Tumular - 388 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro









ARTE TUMULAR
Cripta encerrada com uma placa de mármore com o seu nome e datas gravados em bronze.

Local: Mausoléu da Academia Brasileira de Letras: Cripta nº 50 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil.
Foto: EmanuelMessias.
Descrição tumular: Helio Rubiales




PERSONAGEM
Otto de Oliveira Lara Resende (São João del-Rei, 1 de maio de 1922 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1992) foi um jornalista e escritor brasileiro.
Morreu aos 70 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Otto é pai do economista André Lara Resende. Seu pai, Antônio de Lara Resende, era professor, gramático e memorialista, e foi casado com Maria Julieta de Oliveira, com quem teve 20 filhos, dos quais Otto era o quarto.

Otto começou a lecionar francês aos quatorze anos e, aos dezoito, começou a trabalhar como jornalista no periódico O Diário, de Belo Horizonte. Dai por diante nunca mais deixou de ser jornalista, tendo chegado a editar o suplemento literário do Diário de Minas. No Rio de Janeiro, trabalhou no Diário de Notícias, em O Globo, Diário Carioca, Correio da Manhã, Última Hora, revista Manchete, Jornal do Brasil e TV Globo.

Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Em 1957 a Editora José Olympio publicou seu segundo livro de contos, Boca do Inferno.

Fundou com Rubem Braga e Fernando Sabino, entre outros amigos, a Editora do Autor. Lá, publicou O retrato na gaveta (1962) e O braço direito (1963). Em 1964, escreveu A cilada, um conto sobre a avareza, no livro Os sete pecados capitais, publicado pela Editora Civilização Brasileira, e do qual participaram também Guimarães Rosa (soberba), Carlos Heitor Cony (luxúria), Mário Donato (ira), Guilherme Figueiredo (gula), José Condé (inveja) e Lygia Fagundes Telles (preguiça).

Em 1967 estreou seu programa O pequeno mundo de Otto Lara Resende, na TV Globo, uma participação diária de 60 segundos durante a qual falava sobre os acontecimentos do dia.

Na época de sua morte, trabalhava como cronista para o jornal Folha de S. Paulo

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
.Em 3 de julho de 1979 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, na cadeira 39, vaga com a morte de Elmano Cardim.

MORTE
Internado para uma operação sem importância, falece inesperadamente aos 28 de dezembro de 1992, segundo os médicos de "embolia pulmonar" mas, segundo a família, de infecção hospitalar.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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