TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sábado, 20 de maio de 2017

KID VINIL - Arte Tumular - 395 - Cemitério de Vila Mariana, São Paulo




Informação geral
Nome completoAntônio Carlos Senefonte
Nascimento10 de março de 1955
OrigemCedralSão Paulo
PaísBrasil
Data de morte19 de maio de 2017 (62 anos)
Local de morteSão Paulo, São Paulo
Gênero(s)Rockrockabillypunk rock
Instrumento(s)Cantor
Afiliação(ões)Magazine, Kid Vinil e os Heróis do Brasil, Kid Vinil Xperience
Página oficialwww.kidvinil.com.br

PERSONAGEM
Kid Vinil, nome artístico de Antônio Carlos Senefonte (Cedral, 10 de março de 1955 - São Paulo, 19 de maio de 2017), foi um cantor, radialista, compositor, apresentador de televisão e jornalista brasileiro.
Ficou famoso no rock brasileiro dos anos de 1980, quando foi vocalista das bandas Verminose, Magazine, Kid Vinil e os Heróis do Brasil e Kid Vinil Xperience.
Morreu aos 62 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Kid Vinil ficou famoso nos anos 1980 como vocalista do grupo Magazine, com as canções "Tic Tic Nervoso" (de Marcos Serra e Antonio Luiz), "A Gata Comeu", "Sou Boy" e "Glub Glub No Clube". No início dos anos 1980, havia tocado na banda Verminose, mais voltada para o punk rock e o rockabilly. Também foi um dos maiores incentivadores do início do movimento punk paulista, organizando shows e tocando músicas de bandas de punk rock e pós-punk em seu programa de rádio.

Na televisão, participou em 1987 do programa Boca Livre na TV Cultura. Nesta mesma emissora, de 1989 a 1993, apresentou o programa Som Pop. Na Rede Bandeirantes, comandou o programa Mocidade Independente. Tornou-se VJ da MTV, participando de programas como Lado B, em que apresentava videoclipes de bandas underground, especialmente do exterior.

Voltou com o Magazine em 2000, lançando um segundo trabalho pela gravadora Trama, o álbum Na Honestidade, em 2002. Encerradas as atividades com o Magazine, formou uma nova banda, o Kid Vinil Xperience, em 2005.

Em 2008, lançou um livro pela Ediouro Publicações intitulado Almanaque do Rock, que relata a trajetória do rock, começando pelos anos 1950 e indo até os dias atuais.

Viajou pelo Brasil trabalhando como DJ. Com o Kid Vinil Xperience, lançou, em 2010, o seu primeiro álbum, Time Was, um disco de covers de músicas favoritas e obscuras e, em 2013, o primeiro álbum de vídeo, Vinil Ao Vivo, gravado em 2010 na cidade de Novo Horizonte, São Paulo, pelo selo Galeão, com interpretações de todos os hits de sua carreira.

Kid Vinil foi responsável por produzir o primeiro disco, através da gravadora Trama, da violeira Helena Meirelles, reconhecida mundialmente por seu talento como tocadora da denominada viola caipira (às vezes denominada simplesmente viola). Além dela, Kid Vinil também produziu em 1998 o álbum Com Defeito de Fabricação, de Tom Zé. Este lançado anteriormente nos Estados Unidos pelo músico David Byrne (ex-Talking Heads), em uma visita ao Rio de Janeiro. Kid Vinil dizia que um belo dia encontrou-se com Tom Zé no sinal e, numa conversa rápida, este lhe comentou que estava tendo dificuldades em encontrar uma gravadora no Brasil que lançasse este mesmo disco por aqui. Kid Vinil prontamente procurou o pessoal da gravadora Trama, na qual tratou de lançar este, que seria eleito um dos dez melhores álbuns do ano pelo The New York Times.

MORTE
 Em 16 de abril de 2017, Kid Vinil sentiu-se mal durante uma apresentação em Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais, entrando em estado de coma logo em seguida. Posteriormente foi transferido para São Paulo onde morreu cerca de um mês depois, em 19 de maio, por uma parada cardíaca.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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