TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sexta-feira, 28 de abril de 2017

YARA AMARAL - Arte Tumular - 370 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro







Outros nomesIara Amaral
Nascimento16 de setembro de 1936
São Paulo, SP
Morte1 de janeiro de 1989 (52 anos)
Rio de Janeiro, RJ

PERSONAGEM
Yara Amaral (São Paulo, 16 de setembro de 1936 — Rio de Janeiro, 1 de janeiro de 1989) foi uma atriz brasileira.
Morreu aos 52 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Nascida no bairro do Belenzinho, Yara Amaral estudou na Escola de Arte Dramática da USP, onde formou-se em 1964.

Foi em 1968 que ela participou, no Teatro de Arena, do espetáculo "Arena conta Tiradentes" de Gianfrancesco Guarnieri.

Passou também pelo Teatro Oficina e conseguiu seu primeiro grande prêmio de interpretação na década de 1970, um Moliére como melhor atriz do ano pelo seu trabalho em "Reveillon" de Flávio Márcio ao lado de Regina Duarte e Sérgio Mamberti.

No teatro participou de 30 espetáculos e conquistou três prêmios Moliére como melhor atriz.

No cinema estreou em 1975 com "O rei da noite" de Hector Babenco e fez outros filmes importantes como "A dama do lotação", "Mulher objeto" e "Leila Diniz".

Na televisão ela estreou na novela "O décimo mandamento", na TV Tupi, em 1968, escrita por Benedito Ruy Barbosa.

Foi para a TV Globo na década de 1970 e ali brilhou em "Dancin' Days", "O amor é nosso", "Sol de verão", "Guerra dos sexos", "Um sonho a mais", "Cambalacho", "Anos dourados" e "Fera radical".

Foi casada com Luiz Fernando Goulart e deixou dois filhos, Bernardo e João Mário.

MORTE
Ela morreu, aos 52 anos, vítima do naufrágio do barco Bateau Mouche, na noite de reveillon de 1989, na Baía de Guanabara no qual sua mãe também perdeu a vida. Yara não sabia nadar.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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