TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sábado, 12 de março de 2016

BERTO FILHO - Arte Tumular - 352 - Cemitério do Caju, Rio de Janeiro


ARTE TUMULAR
Local- Cemitério do Caju, Rio de Janeiro





PERSONAGEM
Berto Filho, nascido Ulisberto Lelot (Rio de Janeiro, 13 de março de 1940 — Rio de Janeiro, 12 de março de 2016) , foi um jornalista e locutor de televisão brasileiro atuante desde 1956.
Morreu aos 76 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi um  dos ícones do telejornalismo brasileiro. Trabalhou durante as décadas de 1970 e 1980 na apresentação de vários telejornais da Rede Globo, como o Jornal Nacional, Fantástico e Jornal Hoje, tanto como apresentador titular quanto substituto, até 1986, quando desligou-se da emissora.

Em 1989, foi contratado pela TV Rio, então controlada pelo pastor Nilson Fanini, onde apresenta um programa de entrevistas, sendo dispensado em pouco tempo e passou nove anos sem contrato em televisões.

Em 1998, foi contratado pela Rede Manchete para apresentar o Manchete Primeira Mão, e, pouco depois, o Jornal da Manchete. Continua na emissora até o seu fim, estando presente até na fase da TV! (transição entre a Rede Manchete e a RedeTV!).



Atuou como locutor de vídeos institucionais e apresentador de eventos e feiras até ser recontratado pela Rede Globo em 2004 para substituir Celso Freitas (que mudou-se para a Rede Record) na locução das matérias do Fantástico. Berto foi escolhido pela emissora por ter voz e entonação muito semelhantes à de Cid Moreira, também locutor do Fantástico. Segundo o jornalista Flávio Ricco, em 2008, não houve a renovação do contrato de Berto Filho com a Globo, ficando apenas Cid nas locuções do Fantástico.

No final da vida, passou  a residir no Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá.  O jornalista, que já esteve à frente do ‘Jornal Nacional’ e ‘Fantástico’, da TV Globo, recorreu à instituição devido à necessidade de cuidado permanente por conta de um tratamento de câncer.
A administradora do Retiro, Cida Cabral, contou que Berto estava  acamado, com pouca voz, mas com planos de lançar um livro. “Ele teve perdas consideráveis no último ano, como a irmã e mulher. Logo após o falecimento da companheira, descobriu a doença. Não tinha como ele viver sozinho, em Cabo Frio.

MORTE
 Morreu no dia 12 de março de 2016. Ele sofria de câncer no cérebro e na garganta desde de 2014.

Fonte- pt.wikipedia.org
Formatação- Helio Rubiales


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