TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

BADEN POWELL - Arte Tumular - 346 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro










PERSONAGEM
Baden Powell de Aquino (Varre-Sai, 6 de agosto de 1937 — Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2000), mais conhecido simplesmente por Baden Powell, foi um violonista brasileiro. É considerado um dos maiores músicos brasileiros de sua época e um dos maiores violonistas de todos os tempos.
Morreu aos 63 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de dona Adelina Gonçalves de Aquino e do violinista, sapateiro e escoteiro Lilo de Aquino, nasceu no dia 6 de agosto de 1937 em Varre-Sai - RJ, se mudando para a capital do Rio de Janeiro aos três meses de idade.[3] Seu nome foi uma homenagem ao general britânico criador do escotismo Robert Stephenson Smyth Baden-Powell[4] , de quem seu pai era fã. É irmão de Vera Gonçalves de Aquino[4] , primo do violonista João de Aquino e pai do pianista e tecladista Philippe Baden Powell e do violonista Louis Marcel Powell (ambos nascidos na França).

Começou a tocar violão com sete anos, aprendendo com seu pai alguns acordes básicos. No ano seguinte, começou a ter aulas com Jayme Florence, o Meira, grande violonista integrante do Regional Benedito Lacerda. Aos 10, incentivado por seu mestre, se apresentou pela primeira vez no famoso programa de calouros da Rádio Nacional Papel Carbono, tocando "Magoado", de Dilermando Reis. Também por influência de seu professor Meira, conheceu os principais músicos de samba e choro da época, entre eles Donga, Ismael Silva e Pixinguinha. Posteriormente, se formou na Escola Nacional de Música do Rio de Janeiro.
Foto de 1971

Durante vários anos de sua adolescência, Baden se apresentou em bailes, casas noturnas e programas de rádio no Rio de Janeiro, tornando-se rapidamente um dos músicos mais requisitados em bandas e rodas de choro pela cidade.

Seu primeiro parceiro importante foi Billy Blanco, com quem compôs, por exemplo, a famosa música "Samba Triste", gravada pela primeira vez pela cantora Rosana Toledo. Mas sua parceria mais famosa, sem dúvidas, foi a que construiu com Vinícius de Moraes. Juntos, eles compuseram dezenas de músicas, entre as quais, os aclamados afro-sambas.

Powell carregava consigo diversas influências musicais sem, no entanto, ficar marcado especialmente por nenhuma delas ao longo de sua prolífica carreira. Seu talento foi, desde sempre, reconhecido internacionalmente. O violonista, inclusive, gravou parte de seus discos no exterior, em países como França, Alemanha e Japão.

MORTE
Foi internado, em 22 de agosto de 2000, na Clínica Sorocaba, vítima de uma pneumonia bacteriana grave. Morreu em 26 de setembro de 2000, aos 63 anos, devido a uma infecção generalizada. Seu corpo foi velado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e enterrado no Cemitério de São João Batista.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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