TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

ISAURINHA GARCIA - Arte Tumular - 392 - (Não confirmado)






PERSONAGEM
Isaura Garcia, mais conhecida como Isaurinha Garcia, (São Paulo, 26 de fevereiro de 1923 — São Paulo, 30 de agosto de 1993) foi uma das maiores cantoras da MPB. Com mais de cinquenta anos de carreira, foi considerada a Edith Piaf brasileira. Gravou mais de trezentas canções. Entre seus maiores sucessos está a música "Mensagem".
Morreu aos 69 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi casada com Walter Wanderley, organista de muito sucesso, que renovou a bossa nova com seu talento e até hoje é bem executado em mais de cem países.

Sobrinha do célebre pintor paulista Giuseppe Pancetti, antes da fama, costuma cantar no quintal, enquanto ajudava a mãe a lavar roupas, e no bar de seu pai, entre as mesas.

Seu primeiro programa de calouros, ainda sem qualquer preparo técnico, foi na Rádio Cultura, quando cantou uma música de Aurora Miranda. Levou uma "gongada bárbara, linda de morrer".


Sua carreira começou de fato em 1938, depois de participar de um concurso no programa Qua-qua-qua-quarenta da Rádio Record, comandado por Otávio Gabus Mendes, onde ganhou o primeiro lugar cantando a canção "Camisa Listrada" de Assis Valente e foi contratada pela emissora paulista.

Neste começo de carreira, inspirava-se em Carmen Miranda e Aracy de Almeida, e vivia na Rua da Alegria no Brás, bairro onde nasceu. Ainda sem muitos recursos, ia de bonde ou a pé para a emissora todo domingo se apresentar . Isaurinha Garcia foi campeã de vendas da gravadora RCA/ Columbia. Isaurinha foi homenageada com a peça Isaurinha- samba, jazz e bossa nova, interpretada por Rosamaria Murtinho e assistida por mais de 300 mil pessoas desde 2003.

MORTE
Morreu em São Paulo, de onde nunca saiu.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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