TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

WILSON MIRANDA - Arte Tumular - 347 - Cemitério do Araçá, São Paulo




Local: Cemitério do Araçá, São Paulo
           Q. 63 - Terreno 414


PERSONAGEM
Wilson Antonio Chaves de Miranda (Itápolis, 27 de março de 1940 - São Paulo, 20 de junho de 1986), começou sua carreira no final dos anos 50, como crooner de um conjunto de jazz.
Morreu aos 46 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Em 1960 assinou contrato com a Rádio Tupi e passou a cantar rock-balada. Apesar de não ter sido bem recebido pela crítica, Wilson conseguiu sucesso comercial com músicas como "Alguém É Sempre Bobo de Alguém" e "Bata Baby" (versão de Long Tall Sally de Little Richard).

Em 1965 gravou "Tempo Novo", disco que lhe rendeu muitos prêmios. Mesmo assim, nos anos seguintes deixou a carreira de cantor em segundo plano, atuando como produtor em discos de Nelson Gonçalves, Bendegó, Banda de Pífanos de Caruaru, Originais do Samba, Célia, Vanusa, Marília Medalha, entre outros.

Vídeo: Claudio R.Passos

Em 1978 voltou a gravar, dessa vez com um repertório mais voltado para a Música Popular Brasileira, afastando-se definitivamente da imagem de roqueiro do início de sua carreira.

Era casado e teve  três filhos (Paulo, Marcos e uma irmã Carlota como era chamada)

Nos últimos anos de vida viveu no bairro do Campo Belo em São Paulo com sua família, onde tinha um quarto repleto de discos de ouro e prêmios da jovem guarda.

MORTE
Wilson faleceu em 20 de junho de 1986, vítima de uma parada cardíaca, quando dirigia seu carro, e estava parado em um sinal de trânsito em São Paulo. No velório compareceram vários artistas da jovem guarda, este que aconteceu no cemitério do Araçá, São Paulo

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales



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