TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

OTELLO ZELONI - Arte Tumular - 319 - Cemitério do Morumbi, São Paulo

Foto ilustrativa

Cemitério do Morumbi


ARTE TUMULAR
Placa de bronze com o seu nome e datas gravados, no gramado do cemitério.

Local: Cemitério do Morumbi, São Paulo
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Otello Zeloni (Roma, 26 de novembro de 1921 — São Paulo, 29 de dezembro de 1973) foi um ator ítalo-brasileiro.
Morreu aos 52 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Aos vinte anos, foi convocado para a II Guerra Mundial pela Regia Aeronautica (Força Aérea Italiana) como piloto-aviador e após anos de guerra e dois acidentes, conseguiu fugir do front, em 1943, na garupa de um motociclista.

Vindo para a América do Sul, começou a negociar filmes italianos, conhecendo assim pessoas da área do cinema na Argentina e posteriormente no Brasil, onde se radicou em meados de 1947. Iniciou como radioator (sempre com forte sotaque italiano), mas foi no Teatro de Revista que começou com cenas cômicas, nas companhias de Teatro como Walter Pinto e Carlos Machado.

Atuou em dezenas de filmes e peças de teatro, como Os Ossos do Barão. Na televisão, atuou em programas como "Família Trapo" (1967 a 1971) , Dom Camilo e os Cabeludos, Zeloni Forno e Fogão, primeiro programa de culinária protagonizado por um homem e onde fazia comerciais ao vivo. Estava participando da telenovela O Conde Zebra, na TV Tupi, quando morreu .

MORTE
Morreu vitimado por um tumor cerebral.



Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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