TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

HERVÉ CORDOVIL - Arte Tumular - 361 - Desconhecido






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PERSONAGEM
Hervé Cordovil (Viçosa, 3 de fevereiro de 1914 — São Paulo, 16 de julho de 1979) foi um compositor, pianista e maestro brasileiro.

SINOPSE ARTÍSTICA
 Entre seus grandes sucessos destacam-se Meu Pé de Manacá, composto com a prima Marisa Pinto Coelho em 1950; Vida do Viajante, em parceria com Luiz Gonzaga; Sabiá lá na Gaiola, com Mario Vieira; as versões Biquíni de Bolinha Amarelinha e Rua Augusta, entre outras.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho do médico Cordovil Pinto Coelho e de Maria de Lucca Pinto Coelho, que se dedicava amadoristicamente à música. Sua musicalidade aflorou já na infância, e por volta dos cinco anos de idade já dedilhava ao piano as canções tocadas por sua mãe.

Passaram a viver na cidade mineira de Manhuaçu e por volta dos 10 anos de idade Hervé transferiu-se para o Rio de Janeiro onde ingressou no Colégio Militar concluindo o curso em 1931. Integrou a banda de música do colégio e junto a outros colegas formou um grupo de jazz que se apresentava em casas de oficiais e em bailes promovidos pelo próprio colégio.

Passou a ter aulas com Romeu Malta, maestro da banda do colégio e como já compunha algumas músicas arriscou-se a apresentá-las a Eduardo Souto, diretor da Casa Edison, que o desencorajou a seguir como compositor.

Aos 17 anos, ingressou na Faculdade de Direito de Niterói, diplomando-se em 1936.



Em 1941, casou-se com Daicy Portugal Cordovil com quem teve quatro filhos, um deles o cantor/compositor Ronnie Cord, figura importante do movimento pop brasileiro que se estruturou em torno da jovem guarda, a partir de 1965. Outra filha sua, Maria Regina teve curta carreira artística no começo dos anos 1960 quando gravou diversos discos. Entre 1941 e 1945, trabalhou como advogado em Manhuaçu (MG)

MORTE.
Morreu de complicações cardíacas

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