TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

CLÁUDIO CORRÊA E CASTRO - Arte Tumular - 331 - Cemitério S.Francisco Xavier, Caju, Rio de Janeiro





Para visualizar a entrada do cemitério, clique no link

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PERSONAGEM
Cláudio Luís Murgel Corrêa e Castro (Rio de Janeiro, 27 de fevereiro de 1928 — Niterói, 16 de agosto de 2005) foi um ator brasileiro.
Morreu aos 77 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi um dos recordistas de participação em telenovelas no Brasil, chegando a atuar em mais de quarenta folhetins. Ficou marcado por tipos como o Sr. Leopoldo de Força de um Desejo, em 1999, o Conde Klaus de Chocolate com Pimenta, em 2003, o Gugu de A Gata Comeu, de 1985, o Vidal de Eu Prometo e o Arcanjo Gabriel de Deus Nos Acuda, ao lado de Dercy Gonçalves.

No cinema trabalhou em O Grande Mentecapto, de Oswaldo Caldeira, em 1985, e em Tiradentes, também de Oswaldo Caldeira, de 1999.

Teve um filho chamado Guilherme (do primeiro casamento) e outros dois do segundo, Gabriel e João Pedro.

Cláudio cursou faculdade de Belas Artes na França e após formado, retornou ao Brasil, começando sua carreira de artista como pintor, mas logo o teatro entrou em sua vida. Na década de 1960, foi convidado para ser o primeiro diretor do Teatro de Comédia do Paraná e foi quando convidou o casal Paulo Goulart e Nicette Bruno para fazerem parte da primeira composição do TCP.

MORTE
Cláudio sofria de diabetes e hipertensão, e morreu de falência múltipla de órgãos, em decorrência de complicações após uma operação cardíaca de ponte de safena, realizada em abril de 2005 no Hospital São Lucas, em Copacabana.

Fonte: pt.wikpedia.org
Formatação:Helio Rubiales


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