TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sábado, 4 de outubro de 2014

HUGO CARVANA - Arte Tumular - 290 - Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, Rio de Janeiro



O seu corpo foi cremado, em cerimônia fechada para a família

Local:  Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, Rio de Janeiro



PERSONAGEM
Hugo Carvana de Hollanda (Rio de Janeiro, 4 de junho de 1937 — 4 de outubro de 2014) foi um ator e diretor de cinema e televisão brasileiro.
Morreu aos 77 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
O ator tornou-se conhecido do grande público na televisão interpretando personagens notáveis, como o jornalista do seriado Plantão de Polícia, "Valdomiro Pena", nos anos 80, embora não escondesse sua paixão pelo cinema.
CARREIRA
 Hugo Carvana trabalhou em mais de cem filmes, desde a época em que começou, participando de algumas produções como figurante, por volta do ano de 1955, nas chanchadas da Atlântida. Passando no inicio da década de 60 por seu primeiro papel de destaque em Esse Rio que eu amo, atuando ao lado de Agildo Ribeiro e Tônia Carrero. Até os sucessos de Bar Esperança e O Homem Nu, como diretor. Em 1962, fez parte do movimento do Cinema Novo. Além disso, atuou também no Teatro de Arena de São Paulo, no Teatro Nacional de Comédia e no Grupo Opinião. Em 1975, Carvana é convidado pelo diretor Daniel Filho, com quem já havia trabalhado em alguns filmes, a participar de sua primeira novela, Cuca Legal. Em vários filmes interpretou a imagem do malandro carioca, tendo estreado na direção com Vai trabalhar, vagabundo, no ano de 1973, filme no qual também atuou.
DIRETOR SUBESTIMADO
 O ator também foi um diretor subestimado no cinema nacional devido ao uso abundante de tomadas externas e em locais públicos (trens, ônibus, praças, ruas etc.) de seus filmes, mostrando o trabalhador, o pobre na sua condição mais crua, muitas vezes até atuando diretamente com o público, que aparece como é, sem a necessidade de figurantes, o que nos deixa ter uma ótima noção dos costumes do Rio de Janeiro da década de 1970. Nos seus filmes iniciais, ele expunha o cotidiano do carioca, abria espaço para uma crítica mais concreta, principalmente em seu segundo filme Se Segura, Malandro!, que foi rodado no governo Geisel. Tal filme, se tornou possível devido ao momento político vivido em 1978, quando a produção foi lançada, um ano antes da anistia.
VIDA PESSOAL
 Hugo Carvana nasceu no subúrbio da zona norte do Rio de Janeiro, mais especificamente em Lins de Vasconcelos, filho de uma costureira e de um comandante da Marinha Mercante. Era casado com a jornalista Martha Alencar e pai de Pedro, Maria Clara, Júlio, e Rita, já adultos.
MORTE
 No dia 4 de outubro de 2014, por volta do meio-dia, Hugo Carvana faleceu aos 77 anos, decorrente de câncer de pulmão.  Em 1996 já havia descoberto a mesma doença no mesmo órgão, mas já em junho de 1997 havia se recuperado
Fontr: pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales

Nenhum comentário:

Postar um comentário