TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

sexta-feira, 21 de março de 2014

BELLINI - Arte Tumular - 279







PERSONAGEM
Hilderaldo Luís Bellini (Itapira, 7 de junho de 1930 - São Paulo, 20 de março de 2014 ) foi um futebolista brasileiro, capitão da Seleção Brasileira de Futebol na conquista do primeiro título mundial, em 19582 .
Morreu aos 83 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Atuando como zagueiro, jogou na Itapirense e depois na Sanjoanense de 1949 a 1951, além do Vasco da Gama de 1952 a 1961, no São Paulo de 1962 a 1967 e no Atlético Paranaense, de 1968 a 1969, quando encerrou sua carreira . Ganhou títulos pelo Vasco nos Cariocas de 1952, 1956 e 1958, Torneio Rio-São Paulo de 1958, Torneio de Paris de 1957, Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer de 1953, dentre outros. Carreira Consagrou-se como capitão da Seleção Brasileira na copa do Mundo de 1958, sendo Mauro seu reserva; na copa de 1962 foi reserva do Mauro, que foi o capitão. Sua foto levantando a Taça Jules Rimet com as duas mãos sobre a cabeça é uma das marcas do futebol brasileiro, e passou a ser repetida por todo capitão ao levantar a taça. Começou no pequeno Itapirense e depois na Sanjoanense, de São João da Boa Vista mas se tornou famoso no Vasco da Gama, onde chegou em 1952, numa época de renovação do time, após o desmanche do famoso Expresso da Vitória. Bellini era um zagueiro vigoroso, raçudo, que se impunha dentro da área. Compensava a limitada técnica com muita seriedade e lealdade aos adversários, o que lhe deu o posto de capitão da seleção em 1958. Em 1962, foi vendido ao São Paulo, entrando no lugar do zagueiro Mauro. Ficou no clube por seis anos, e não conquistou nenhum título por ele. Em 1968 foi contratado pelo Clube Atlético Paranaense onde encerrou sua carreira como profissional em 1969. Foi um dos primeiros jogadores a usar a imagem publicitariamente.
VIDA PESSOAL
Bellini era casado desde 1963 com Giselda, mãe de seus dois filhos Carla e Junior.
HOMENAGENS
ESTÁTUA NO MARACANÃ
A estátua localizada em uma das entradas do Maracanã, inaugurada em 13 de novembro de 1960 em homenagem aos Campeões Mundiais de Futebol de 1958, tornou-se popularmente conhecida como estátua do Bellini, mesmo não se assemelhando a ele.
PEGADAS DA FAMA
Suas pegadas foram eternizadas na "Calçada da Fama" do Estádio da Ressacada do Avaí Futebol Clube em 2011
TÍTULOS
- Vasco da Gama
Campeonato Carioca: 1952, 1956 e 1958
Torneio Internacional do Chile: 1953
Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer: 1953
Torneio de Paris: 1957
Troféu Teresa Herrera: 1957
Torneio Rio-São Paulo: 1958
Torneio Quadrangular do Rio: 1953
Torneio Triangular Internacional do Chile: 1957

-Seleção Brasileira de Futebol
Copa do Mundo: 1958 e 1962
Copa Roca: 1957, 1960
Copa Oswaldo Cruz: 1958, 1961, 1962
Taça Bernardo O'Higgins: 1959
Copa Atlântica: 1960
MORTE
Morreu em São Paulo no Hospital 9 de Julho em decorrência do Mal de Alzheimer.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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