TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

terça-feira, 27 de agosto de 2013

DE SORDI - Arte Tumular - 247 -








PERSONAGEM
Nílton De Sordi (Piracicaba-SP, 14 de fevereiro de 1931 – Bandeirantes- Pr, 24 de agosto de 2013) foi um futebolista brasileiro.
Morreu aos 82 anos de idade.
SINOPSE BIBLIGRÁFICA
Começou  a jogar futebol no XV de Piracicaba, em 1949, e, em 1 de janeiro de 1952, foi contratado pelo São Paulo, clube que defenderia por 536 partidas até 16 de julho de 1965. Foi campeão paulista em 1953 e 1957, mas, curiosamente, não marcou gol algum com a camisa são-paulina. Porém, mesmo com este curioso fato, é um dos maiores ídolos do São Paulo Futebol Clube.

SELEÇÃO BRASILEIRA
 Convocado para a Seleção Brasileira pela primeira vez no ano de 1954, foi integrante da equipe que conquistou a Copa do Mundo de 1958, da qual só não foi titular na partida final. Ele teria sido barrado da decisão pelo médico da equipe, Hílton Gosling, que supostamente percebeu no lateral direito um grande nervosismo. Ao todo, disputou 25 partidas pela Seleção, sem marcar gols. Foi um bom marcador, com boa noção de cobertura, que pouco apoiava o ataque. Apesar da baixa estatura, cabeceava freqüentemente e, por isso, chegou a jogar de zagueiro-central no São Paulo e também na Seleção Brasileira.
TREINADOR
Depois de aposentado, treinou já em 1966 o União Bandeirante no Campeonato Paranaense, time que voltaria a treinar outras vezes, a última em 1977.
MORTE
Faleceu em 24 de agosto de 2013, aos 82 anos de idade, vítima de falência múltipla dos órgãos. De Sordi, que vivia na cidade de Bandeirantes, no Paraná, sofria de Mal de Parkinson há 20 anos e desde o início deste mês estava internado por causa de uma pneumonia.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

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