TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

segunda-feira, 25 de março de 2013

LAURO CORONA - Arte Tumular - 233 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro


ARTE TUMULAR
Base tumular retangular a cerca de 90 cm do solo, em granito natural,  sendo uma das bases maiores  a parte frontal. Na parte frontal posterior ergue-se uma base, também de granito representando a lápide, com o seu nome em letras de bronze, acompanhados das datas de nascimento e morte.
Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro

GPS (Localização)
[22°57'32.18"S / 43°11'16.92"W]
Foto: Luan Winchester
Descrição tumular :Helio Rubiales

PERSONAGEM
Lauro del Corona (Rio de Janeiro, 6 de julho de 1957 — Rio de Janeiro, 20 de julho de 1989) foi um ator brasileiro
Morreu aos 31 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascido na classe média carioca, começou a trabalhar aos 16 anos como vendedor na boutique de sua mãe. Um ano depois, partiu para a carreira de modelo e fez os primeiros filmes publicitários: propaganda para a Coca-Cola e o Bob's, e chamou a atenção do diretor Marcos de Sá. Ao atuar na peça infantil Simbad, o Marujo, no Rio de Janeiro, foi descoberto pelos diretores e atores Ziembinski e Paulo José, que o convidaram para participar do especial de televisão Ciranda, Cirandinha. A partir daí, participou de diversas telenovelas e filmes, tendo se destacado, inicialmente, em Dancin' Days (1978), de Gilberto Braga, em que era par da personagem de Glória Pires. Foi também presença de destaque em Marina, Baila Comigo, Elas por Elas, Louco Amor, Corpo a Corpo e Direito de Amar. Estreou no cinema em O Sonho não Acabou, em 1982, e dois anos depois fez Bete Balanço, como par romântico da personagem de Débora Bloch, filme com música tema da banda Barão Vermelho cantada por Cazuza, que era seu primo e morreu decorrente da AIDS. Também alcançou algum sucesso como cantor e apresentador do programa Globo de Ouro, nos anos 80. Algumas das músicas são: Não vivo sem meu rock, O Céu por um beijo e Tem que provar. A última telenovela foi Vida Nova, de 1988, no papel de um imigrante português que namorava uma judia brasileira, interpretada por Deborah Evelyn. Foi uma das primeiras personalidades brasileiras a morrer de complicações decorrentes do vírus da AIDS. O personagem na telenovela Vida Nova teve um final apressado, com uma viagem para Israel, por causa da doença do ator. A última cena mostrava um carro preto partindo numa noite chuvosa, ao som de um poema de Fernando Pessoa, declamado em off pelo próprio ator.
MORTE
 O atestado de óbito do ator apontou como causas da morte complicações como infecção respiratória, septicemia, infecção oportunista, miocardite, insuficiência renal aguda e hemorragia digestiva alta. Em nenhum momento foi citada a palavra AIDS, o que reforçou um comportamento adotado pelo jovem galã de telenovelas da Globo e os familiares nos últimos meses de vida: o de negar veementemente a doença. Lauro Corona não comentava com os amigos que era portador do vírus e nem aceitava a condição - tratava os sintomas das doenças oportunistas com homeopatia. Os boatos de que estaria com AIDS surgiram em janeiro de 1989, quando o ator pediu afastamento da telenovela Vida Nova, na qual era protagonista, alegando estafa. Voltou dois meses depois, muitos quilos mais magro e com uma visível queda de cabelo. Logo em seguida mudou-se para a casa dos pais, isolando-se até mesmo dos amigos. Quando o estado de saúde piorou, foi internado, mas os pais proibiram a Clínica São Vicente na Gávea de dar qualquer informação à imprensa sobre o estado de saúde do filho. Lauro Corona morreu depois de nove dias internado na conceituada Clínica São Vicente, e foi enterrado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

4 comentários:

  1. Pena ter partido tão cedo, era um grande ator!

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  2. Estou adorando este site!!! Parabéns ao autor. Porém gostaria de fazer as seguintes ressalvas: No caso do Lauro Corona, diz que em momento algum citou a palavra AIDS em seu atestado de óbito. Não era para citar mesmo, pois nenhum atestado diz que alguém morreu disso ou daquilo em decorrência da AIDS. Outra: Embora sejam bastante parecidos, nunca li em mídia alguma que ele e o Cazuza eram primos. Acho que esta informação não procede. Há mais de 20 anos que eu estudo a biografia do Cazuza e nunca ouvi dizerem isto, esta é a primeira vez. No mais, volto a parabenizá-lo por este maravilhoso site.

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  3. VOCE MARCOU UMA DECADA DE SONHOS. NÃO TINHA MEDO E LUTAR PARA SER FELIZ. DEUS TE ILUMINE NÁ PATRIA ESPIRITUAL, BAIXINHO.

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  4. LAURINHO CORONA,SE FOI JOVEM,BONITO E VENDENDO TALENTO,OS ANJOS VÃO PRIMEIRO.

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