terça-feira, 5 de junho de 2012

JÚLIO DE MESQUITA - Arte Tumular -193 - Cemitério da Consolação, São Paulo








ARTE TUMULAR
Base tumular retangular baixa em granito fosco sobre a qual se destaca um tampo com a escultura de uma cruz latina arredondada quase tomando toda a extensão tumular. Tanto o tampo como a cruz fazem parte de uma só peça. Essa é uma das obras que destacam no cemitério de autoria de Victor Brecheret . Na parte frontal, sobre o tampo, logo abaixo da cruz, estão as inscrições da família.
AUTOR:Victor Brecheret (Farnese,Itália,1894- São Paulo,1955)
LOCAL: Cemitério da Consolação, São Paulo - Quadra 45, Terrenos 15 e 16
Descrição tumular:Helio Rubiales


PERSONAGEM
Júlio César Ferreira de Mesquita (Campinas, 10 de agosto de 1862 — São Paulo, 15 de março de 1927) foi um jornalista brasileiro, proprietário e fundador do jornal “A Província de São Paulo” (hoje “O Estado de S. Paulo”)
Morreu aos 65 anos de idade.
BIOGRAFIA
Formou-se pela Faculdade do Largo de São Francisco em Direito, em 1883.
Casou-se com uma jovem pertencente ao patriciado cafeicultor paulista, Lucila de Cerqueira César, filha do senador José Alves de Cerqueira César (S. Paulo, 1835 - S. Paulo, 1911), vice-governador do estado bandeirante, e de Maria do Carmo Salles, irmã de Manuel Ferraz de Campos Salles, presidente da República, tetraneta de Francisco Barreto Leme, o fundador de Campinas.
O casal Júlio César e Lucila teve doze filhos: Ester, Rachel, Rute, Maria, Júlio, Francisco, Sara, Judite, Lia, José, Suzana e Alfredo Mesquita.
Deixou a carreira de advogado tomado por uma intensa paixão: o jornalismo e a política. A trajetória política deu início quando foi eleito vereador em Campinas, seguido pelo cargo de secretário do primeiro governo provisório republicano de São Paulo. Foi deputado à Constituinte paulista, senador estadual e deputado federal.

Foi estudar em São Paulo, onde se formou pela Faculdade de Direito em 1883. Envolveu-se em política, aderindo ao movimento republicano no Brasil. Tornou-se colaborador do jornal A Província de São Paulo, então propriedade de Francisco Rangel Pestana. À frente do jornal, em 1890, renomeou-o para O Estado de S. Paulo, acompanhando a virada republicana do ano anterior. Tornou-se o único proprietário do diário em 1902 e empreendeu uma revolução editorial, tornando O Estado de S. Paulo o primeiro grande jornal desvinculado de partidos, seguindo os passos da grande imprensa norte-americana. Durante a Primeira Guerra Mundial perfilou seu diário à causa aliada e, com isso, perdeu toda a publicidade da então poderosa comunidade alemã. Lançou o Estadinho, tiragem vespertina do jornal, dirigida pelo jovem Júlio de Mesquita Filho. Apoiou as duas candidaturas de Rui Barbosa e, já em 1902, rompe com o republicanismo paulista. É um dos fundadores da Liga Nacionalista, criada por Olavo Bilac e Frederico Steidel, organização que visava o fim das distorções da República Velha e da Sociedade de Cultura Artística, entidade filantrópica que visa o desenvolvimento das artes em São Paulo.
MORTE
Faleceu em São Paulo em março de 1927. Seu filho Júlio de Mesquita Filho herdou o jornal e seguiu os passos do pai.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa:Helio Rubiales
Reformatado em 05.02.2011
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hrubiales@gmail.com

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