quinta-feira, 21 de abril de 2022

JOSÉ LINHARES (Presidente do Brasil) - Arte Tumular - 589 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

 


ARTE TUMULAR

local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil 



Precedido por
Getúlio Vargas
Brasil.
15º Presidente do Brasil

29 de outubro de 1945 — 31 de janeiro de 1946
Sucedido por
Gaspar Dutra
Precedido por
Ataulfo de Paiva
Ministro do Supremo Tribunal Federal
24 de dezembro de 1937 – 29 de janeiro de 1956
Sucedido por
Ary de Azevedo Franco
Precedido por
Eduardo Espínola
12º Presidente do Supremo Tribunal Federal
26 de maio de 1945 — 31 de janeiro de 1949
Sucedido por
Laudo Ferreira de Camargo
Precedido por
Hermenegildo de Barros
2º Presidente do Tribunal Superior Eleitoral
1 de junho de 1945 — 29 de outubro de 1945
Sucedido por
Waldemar Falcão
Precedido por
Waldemar Falcão
4º Presidente do Tribunal Superior Eleitoral
25 de maio de 1946 — 2 de julho de 1947
Sucedido por
Lafayette de Andrada
Precedido por
Laudo Ferreira de Camargo
14º Presidente do Supremo Tribunal Federal
2 de maio de 1951 — 29 de janeiro de 1956
Sucedido por
Orozimbo Nonato


José Linhares
José Linhares como presidente do TSE
15.º Presidente do Brasil
Período29 de outubro de 1945
31 de janeiro de 1946
Vice-presidenteNenhum
Antecessor(a)Getúlio Vargas
Sucessor(a)Eurico Gaspar Dutra
14º Presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período2 de maio de 1951
29 de janeiro de 1956
Antecessor(a)Laudo de Camargo
Sucessor(a)Orozimbo Nonato
12º Presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período26 de maio de 1945
31 de janeiro de 1949
Antecessor(a)Eduardo Espínola
Sucessor(a)Laudo de Camargo
4º Presidente do Tribunal Superior Eleitoral[1] do Brasil
Período25 de maio de 1946
2 de julho de 1947
Antecessor(a)Waldemar Falcão
Sucessor(a)Lafayette de Andrada
2º Presidente do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil
Período1 de junho de 1945
29 de outubro de 1945
Antecessor(a)Hermenegildo de Barros
Sucessor(a)Waldemar Falcão
Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período24 de dezembro de 1937
29 de janeiro de 1956
Antecessor(a)Ataulfo de Paiva
Sucessor(a)Ary Franco
Dados pessoais
Nascimento28 de janeiro de 1886
GuaramirangaCeará
Morte26 de janeiro de 1957 (70 anos)
CaxambuMinas Gerais
CônjugeLuzia Cavalcanti
PartidoNenhum
ProfissãoAdvogado e juiz
AssinaturaAssinatura de José Linhares

PERSONALIDADE
José Linhares GCC (Guaramiranga, 28 de janeiro de 1886 — Caxambu, 26 de janeiro de 1957) foi um magistrado brasileiro e presidente da República durante três meses e cinco dias, de 29 de outubro de 1945 a 31 de janeiro de 1946. Foi o primeiro cearense presidente do Brasil. 
Morreu aos 70 anos.

SINOPSE BIBLIGRÁFICA
Filho do Cel. Francisco Alves Linhares e Josefa Felícia Caracas. Foi nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal, por decreto de 16 de dezembro de 1937, na vaga decorrente da aposentadoria de Ataulfo Nápoles de Paiva, assumindo o cargo em 24 de dezembro. Assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal em 26 de maio de 1945, com a aposentadoria de Eduardo Espínola. 

Exerceu a presidência da República do Brasil por convocação das Forças Armadas, como presidente do Supremo Tribunal Federal, após a derrubada de Getúlio Vargas, de 29 de outubro de 1945 a 31 de janeiro de 1946. Como não havia vice-presidente no Estado Novo e o Congresso já estava fechado há mais de sete anos, ou seja, desde o início do regime, Linhares era o primeiro da linha sucessória. Garantiu a realização das eleições, as mais livres até então. A administração de Linhares ficou marcada pela criação do Fundo Rodoviário Nacional, que existiu até 1998, financiando os estados na construção de rodovias, e pelas polêmicas nomeações de parentes a cargos públicos. Linhares ganhou o apelido de "José Milhares" e gerou a expressão Os Linhares são milhares, pela quantidade de parentes que empregou. Tornou-se o único a ter presidido tanto o STF quanto a República. 

 Em 22 de agosto de 1955 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo de Portugal.

José Linhares voltou a exercer o cargo de presidente do STF entre 1951 e 1956. 

MORTE
Morreu na cidade de caxambu, Minas Gerais, no dia 26 de janeiro de 1957.

fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

CARLOS CHAGAS - Arte Tumular - 588 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

  



ARTE TUMULAR

Base tumular com cerca 1,00 m.de altura no sentido lateral, coberta por um tampo de mármore, na parte posterior ergue-se uma lápide em mármore branco, destacando-se do lado direito um relevo em bronze de São Francisco.  Na parte central , gravado no mármore o seu nome e datas

LOCAL: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

Descrição tumular: Helio Rubiales

Carlos Chagas
Descrever completamente uma infecção
Doença de Chagas
Estudo da Malária
Descoberta do Trypanosoma cruzi
Nascimento9 de julho de 1878
OliveiraMinas Gerais
Morte8 de novembro de 1934 (55 anos)
Rio de JaneiroDistrito Federal
Nacionalidadebrasileiro
CidadaniaBrasil
Filho(s)Carlos Chagas FilhoEvandro Chagas
Alma materFaculdade de Medicina do Rio de JaneiroUniversidade Federal do Rio de Janeiro
Ocupaçãobacteriologista, biólogomédico, entomologista, académico,
InstituiçõesInstituto Oswaldo Cruz
Campo(s)biologiamedicinasaúde públicabacteriologia
Causa da morteinfarto
Assinatura
CarlosChagas signed.jpg

PERSONAGEM
Carlos Ribeiro Justiniano das Chagas (Oliveira, 9 de julho de 1878  – Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1934) foi um biólogo, médico sanitarista, infectologista, cientista e bacteriologista brasileiro, que trabalhou como clínico e pesquisador. 
Morreu aos 55 anos.

SINOPSE NA SAÚDE PÚBLICA
Atuante na saúde pública do Brasil, iniciou sua carreira no combate à malária. Destacou-se ao descobrir o protozoário Trypanosoma cruzi (cujo nome foi uma homenagem ao seu amigo Oswaldo Cruz) e a tripanossomíase americana, conhecida como doença de Chagas. Ele foi o primeiro e até os dias atuais permanece o único cientista na história da medicina a descrever completamente uma doença infecciosa: o patógeno, o vetor (Triatominae), os hospedeiros, as manifestações clínicas e a epidemiologia. 

Foi diversas vezes laureado com prêmios de instituições do mundo inteiro, sendo as principais como membro honorário da Academia Brasileira de Medicina e doutor honoris causa da Universidade Harvard e Universidade de Paris. Também trabalhou no combate à leptospirose e às doenças venéreas, além de ter sido o segundo diretor do Instituto Oswaldo Cruz. Formou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (atual UFRJ). 

DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO NÁCIONAL DE SAÚDE PÚBLICA
 Ao tomar posse em 1919, para reorganizar a Saúde pública nacional, o presidente Epitácio Pessoa nomeou Carlos Chagas para a então Diretoria Geral de Saúde Pública (DGSP), acumulando a função com aquela praticada em Manguinhos. Um ano seguinte tal instituição se chamaria Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP), ligado ao Ministério da Justiça de Negócios Exteriores. 

Sua primeira atitude, exposta na Biblioteca Nacional em fevereiro de 1921, foi a centralização das atividades, que até então a DNSP vinha trabalhando com a descentralização, onde os estados e municípios brasileiros tinham maior liberdade de organizar seus sistemas sanitários. Acordos com os mesmos foram essenciais para a segunda ação - a interiorização, em busca da erradicação das epidemias rurais, principalmente malária, ancilostomose e tripanossomíase americana. Em paralelo a esse projeto, criou um minucioso de medidas referentes à higiene pública. 

Com apoio da Fundação Rockefeller, Chagas criou o Serviço de Enfermagem Sanitária e, com o desdobramento desse serviço, fundou, em 1923, a Escola de Enfermagem Anna Nery, introduzindo o ensino profissionalizante de Enfermagem no Brasil. Os alunos foram instruídos também no Hospital São Francisco de Assis, fundado também por Chagas para tal finalidade.

Chagas também foi responsável pela criação do primeiro curso de Higiene e Saúde Pública do Brasil, onde garantia vagas nos cargos federais aos aprovados. Como diretor da DNSP, representou o país no Comitê de Higiene da Liga da Nações, associação sediada em Genebra e precursora da Organização Mundial de Saúde (OMS). O médico permaneceu à frente do órgão até novembro de 1926, ao fim do mandato do presidente Arthur Bernardes. A DNSP foi transferida para o Ministério da Educação e Saúde, em função da reforma política do Estado Novo. 

ENSINO MÉDICO
Chagas acreditava que a ciência médica era sustentada por dois pilares: o primeiro defende uma estreita articulação entre o ensino e a pesquisa. O segundo dá importância de introduzir nos cursos de Medicina o estudo específico de doenças tropicais e o combate dos problemas de saúde pública brasileira, como malária, ancilostomose e tripanossomíase. Com isso, o país teria profissionais qualificados para tratar dos problemas sanitários. 

 Em 1925, o Ministério da Justiça e Negócios Exteriores promoveu a reforma na Educação brasileira, permitindo a Chagas pôr em prática o seu objetivo, criando a especialização em Higiene e Saúde Pública e a cadeira de Doenças Tropicais na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no ensino de medicina tropical. 

MORTE
Carlos Chagas faleceu aos 55 anos de idade, na cidade do Rio de Janeiro. A causa de sua morte foi um infarto do miocárdio e foi enterrado no Cemitério São João Batista.


Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

quarta-feira, 20 de abril de 2022

ANTÔNIO HOUAISS - Arte Tumular - 587 - Cemitério S.João Batista, Mausoléu da ABL, Rio de Janeiro

 





ARTE TUMULAR 



Precedido por
Beni Carvalho
ABRAFIL - cadeira 14
1960 — 1999
Sucedido por
Mauro de Salles Villar
Precedido por
Álvaro Lins
Lorbeerkranz.png ABL - quinto acadêmico da cadeira 17
1971 — 1999
Sucedido por
Affonso Arinos de Mello Franco Filho
Precedido por
Sérgio Paulo Rouanet
Ministro da Cultura do Brasil
1992 — 1993
Sucedido por
José Jerônimo Moscardo de Sousa

Antônio Houaiss ABL logo.svg
Ministro da Cultura do Brasil
Período2 de outubro de 1992
a 1 de setembro de 1993
PresidenteItamar Franco
Antecessor(a)Sérgio Paulo Rouanet
Sucessor(a)Jerônimo Moscardo
Dados pessoais
Nascimento15 de outubro de 1915
Rio de JaneiroDistrito Federal
Morte7 de março de 1999 (83 anos)
Rio de JaneiroRio de Janeiro
Nacionalidadebrasileiro
OcupaçãoLexicógrafoescritortradutordiplomata
AssinaturaAssinatura de Antônio Houaiss

PERSONAGEM
Antônio Houaiss (Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1915 – Rio de Janeiro, 7 de março de 1999) foi um destacado intelectual brasileiro — filólogo, crítico literário, tradutor, diplomata, enciclopedista e ministro da cultura do Brasil no governo Itamar Franco.
Morreu aos 83 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Houaiss era o quinto de sete filhos de um casal de imigrantes libaneses, Habib Assad Houaiss e Malvina Farjalla, radicados no Rio de Janeiro. Com dezesseis anos, começou a leccionar português, atividade que exerceu durante toda sua vida. 

 Autor de dezenove livros, Houaiss organizou e elaborou duas das enciclopédias mais importantes já feitas no Brasil, a Delta-Larousse e a Mirador Internacional. Publicou dois dicionários bilíngues inglês-português, organizou a primeira edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), da Academia Brasileira de Letras. Entre seus trabalhos de tradução está o romance Ulisses, de James Joyce. Ocupou diversos cargos importantes como presidente da Academia Brasileira de Letras, ministro da Cultura no governo do presidente Itamar Franco e membro da Academia das Ciências de Lisboa. A revista Veja chegou a defini-lo como o "maior estudioso das palavras da língua portuguesa nos tempos modernos". 

 Em fevereiro de 1986, iniciou o projeto do Grande dicionário Houaiss da língua portuguesa, sua magnum opus. Houve uma interrupção de cinco anos, por falta de recursos financeiros, de 1992 até março de 1997, quando então fundou o Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados da Língua Portuguesa S/C Ltda, com Francisco Manoel de Mello Franco e Mauro de Salles Villar. Antônio Houaiss faleceu em 07 de março de 1999, sendo os trabalhos lexicográficos concluídos pelo Instituto, em dezembro de 2000. O Grande Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa veio a lume em 2001.

PRONÚNCIA DO NOME HOUAISS
Segundo fontes brasileiras e portuguesas, o sobrenome Houaiss é pronunciado, em português, "uáiss" - ou, em representação técnica, [/ 'wajs /] ou [/ u'ajs /], no Alfabeto Fonético Internacional. O sobrenome, de origem libanesa, é grafado no Brasil de diversas formas, desde as formas aportuguesadas Uais ou Huais, à forma francesa Houaiss. 

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
 Houaiss foi o quinto ocupante da cadeira n.º 17 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 1 de abril de 1971 na sucessão de Álvaro Lins. Foi recebido pelo acadêmico Afonso Arinos de Melo Franco em 27 de agosto de 1971, e recebeu os acadêmicos Antonio Callado e Sérgio Paulo Rouanet. 

ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990
O maior feito alcançado por Houaiss foi o Acordo ortográfico de 1990 da língua portuguesa, em que combinou suas duas carreiras — a de diplomata, membro do serviço exterior brasileiro, e a de linguista —, e o qual abordou seu ponto de vista internacional-esquerdista, criticado entre outros por Paulo Francis, um dos ideólogos do direitismo brasileiro.

MORTE
Morreu no Rio de Janeiro

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

ROBERTO CAMPOS - Arte Tumular - 586 - Cemitério São João Batista, Mausoléu da ABL, Rio de Janeiro

  










Precedido por
Lucas Lopes
Presidente do BNDES
1958 — 1959
Sucedido por
Lúcio Martins Meira
Precedido por
Celso Furtado
Ministro do Planejamento do Brasil
1964 — 1967
Sucedido por
Hélio Beltrão
Precedido por
Otávio Gouveia de Bulhões
Ministro da Fazenda do Brasil
1964
Sucedido por
Otávio Gouveia de Bulhões
Precedido por
Dias Gomes
Lorbeerkranz.png ABL - sétimo acadêmico da cadeira 21
1999 — 2001
Sucedido por
Paulo Coelho

Roberto Campos
Roberto Campos
2.º ministro do Planejamento do Brasil
Período15 de abril de 1964
até 15 de março de 1967
PresidenteCastelo Branco
Antecessor(a)Celso Furtado
Sucessor(a)Hélio Beltrão
Presidente do BNDES
PeríodoAgosto de 1958
até Julho de 1959
PresidenteJuscelino Kubitschek
Antecessor(a)Lucas Lopes
Sucessor(a)Lúcio Martins Meira
Senador por Mato Grosso
Período1 de fevereiro de 1983
até 31 de janeiro 1990
Deputado Federal por Rio de Janeiro
Período1 de fevereiro de 1991
até 31 de janeiro 1999
Dados pessoais
Nascimento17 de abril de 1917
CuiabáMTBrasil
Morte9 de outubro de 2001 (84 anos)
Rio de JaneiroRJBrasil
Nacionalidadebrasileiro
ProgenitoresMãe: Honorina de Oliveira Campos
Pai: Waldomiro de Oliveira Campos
PartidoPDS (1983–1993)
PPR (1993–1995)
PPB (1995–2001)
OcupaçãoEconomistadiplomata e político

PERSONAGEM
Roberto de Oliveira Campos ABL (Cuiabá, 17 de abril de 1917 – Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2001) foi um economista, professor, escritor, diplomata e político brasileiro. 
Morreu aos 84 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascido em Mato Grosso, oriundo de uma família de origem humilde, formou-se em Filosofia e Teologia em um seminário católico, seguindo a carreira diplomática após passar no concurso do Itamaraty. Foi nomeado cônsul de terceira classe em Washington, e, nesta cidade, se formou em Economia pela Universidade George Washington. Pouco tempo depois, foi promovido a cônsul de segunda classe, e foi designado segundo secretário de Washington. Fez parte da delegação brasileira da Conferência de Bretton Woods, que criou o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. Após isso, juntou-se à representação do Brasil nas Nações Unidas em Nova Iorque, onde fez a sua Pós-Graduação em Economia pela Universidade de Colúmbia. No período em que permaneceu nos Estados Unidos, foi membro da delegação brasileira em diversas reuniões e conferências internacionais.

Mais tarde, tornou-se parte da assessoria econômica do presidente Getúlio Vargas, sendo um dos idealizadores da Petrobras, autarquia que havia sido inicialmente pensada como empresa mista sob controle majoritário do Estado ao invés de um monopólio estatal. No Governo Juscelino Kubitschek, foi um dos Presidentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e teve uma participação importante no Plano de Metas. Após o Golpe de Estado de 1964, foi ministro do Planejamento durante o governo de Castelo Branco, quando promoveu muitas reformas econômicas. Foi um dos idealizadores do BNDES, Banco Central do Brasil, Estatuto da Terra e do FGTS. 

Em 1982, foi eleito senador pelo seu estado natal, Mato Grosso. Em 1990, ao invés de disputar a reeleição como senador, preferiu se candidatar a deputado federal pelo Rio de Janeiro, tendo sido eleito naquele ano e reeleito em 1994. Em 1998, Campos disputou as eleições por uma cadeira no Senado Federal, também pelo Rio de Janeiro, mas Sartunino Braga ficou à frente na disputa por uma diferença de 5% dos votos. Em 23 de Setembro de 1999, foi eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras. 

MORTE
Faleceu de um infarto agudo do miocárdio no dia 9 de outubro de 2001, no Rio de Janeiro.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

sábado, 9 de abril de 2022

DALMO DALLARI - Arte Tumular - 585 - Cemitério do Araçá, São Paulo



 ARTE TUMULAR

Local: Cemitério do Araçá, São Paulo



Dalmo Dallari
Dalmo Dallari
Dados pessoais
Nascimento31 de dezembro de 1931
Serra NegraSão PauloBrasil
Morte8 de abril de 2022 (90 anos)
Alma materUniversidade de São Paulo
Prêmio(s)Prêmio Juca Pato (1980)
Profissãoprofessor e jurista

PERSONAGEM
Dalmo de Abreu Dallari (Serra Negra, 31 de dezembro de 1931 – São Paulo, 8 de abril de 2022) foi um professor universitário e jurista brasileiro. 
Morreu aos 90 anos,

SINIOPSE BIBLIOGRÁFICA
Professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, pela qual se formou e da qual foi diretor, foi um prolífico escritor na área do direito. Entre suas obras destaca-se Elementos de Teoria Geral do Estado. 

Em 1996 tornou-se professor catedrático da UNESCO na cadeira de Educação para a Paz, Direitos Humanos e Democracia e Tolerância, criada na Universidade de São Paulo,[2] tendo participado de seu primeiro Congresso em 1998. 

Em 2001, publicou obra pioneira acerca de perspectivas do Estado para o futuro, O Futuro do Estado, em que trata do conceito de Estado mundial, do mundo sem Estados, dos chamados Super-Estados e dos múltiplos Estados do Bem-Estar. 


Dalmo nasceu na cidade paulista de Serra negra, em 1931. Seu pai era descendente de italianos e era dono de uma sapataria. A família se mudou para a capital paulista em 1947 para que os filhos homens pudessem estudar. Dalmo cresceu ouvindo o pai explicar as matérias de jornal para o povo humilde do campo, que era analfabeto. Sua liderança política entre a população da cidade influenciou muito a vida de Dalmo. Seu tio morreu na Revolução de 1932.

O hábito da leitura veio da mãe, que era uma leitora assídua e admirava autores como Castro Alves e Álvares de Azevedo. Dalmo terminou o então curso clássico em Serra Negra e já estava disposto a cursar direito quando se mudou para São Paulo. Formou-se em direito pela Universidade de São Paulo em 1957. Foi aprovado, em 1963, no concurso para livre-docente em teoria geral do estado na USP, e no ano seguinte passou a integrar o corpo docente dessa universidade.

Após o golpe de 1964, passou a fazer oposição ao regime militar. A partir de 1972, ajudou a organizar a Comissão Pontifícia de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, ativa na defesa dos direitos humanos.

Em 1974, venceu o concurso de títulos e provas para professor titular de teoria geral do estado. Foi diretor da Faculdade de Direito da USP de 1986 até 1990. Na sua gestão foi iniciada a construção do prédio anexo da Faculdade.]

Foi secretário dos Negócios Jurídicos da prefeitura de São Paulo de 1990 a 1992, na gestão da prefeita Luiza Erundina. 

Aposentou-se da USP em 2001. Era casado com a também jurista e professora universitária Sueli Gandolfi Dallari. 

MORTE
Dalmo morreu em 8 de abril de 2022, aos 90 anos, na capital paulista, devido a um AVC.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

JOSEPH SAFRA - Arte Tumular - 584 - Cemitério Israelita do Butantã, São Paulo

  



ARTE TUMULAR

Local: Cemitério Israelita do Butantã, São Paulo, Brasil



Joseph Yacoub Safra[1]
em árabeيوسف صفرا
em hebraicoיוסף ספרא
Desenho com Joseph Safra
Conhecido(a) porproprietário do Banco Safra
Nascimento1 de setembro de 1938
BeiruteLíbano
Morte10 de dezembro de 2020 (82 anos)
São PauloBrasil
Nacionalidadebrasileiro
libanês
FortunaAumento R$ 119.8 bilhões (Set/2020)[2]
ProgenitoresPai: Jacob Safra
ParentescoEdmond Safra (1932—1999)
Moise Safra (1935—2014)
(irmãos)
Ocupaçãobanqueiro
empresário
filantropo
Religiãojudaica

PERSONAGEM
Joseph Yacoub Safra (Beirute, 1 de setembro de 1938 — São Paulo, 10 de dezembro de 2020) foi um banqueiro, empresário e filantropo libanês de origem síria, naturalizado brasileiro ,  chegou ao país em 1962. Foi o fundador do Banco Safra. Com uma fortuna estimada em 23,3 bilhões de dólares em 2020, era considerado o homem mais rico do Brasil e o 37.º do mundo, de acordo com a Forbes. Ele também era considerado o banqueiro mais rico do mundo.
Morreu aos 82 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Joseph Safra nasceu no Líbano (ou em Alepo, Síria), filho de Jacob e Esther Teira Safra, numa família de origem judaica. Seu pai (oriundo da Síria), havia imigrado para Beirute nos anos 20, onde se estabeleceu e iniciou seus negócios no setor bancário, fundando o Banco Jacob E. Safra. Nos anos 50, a família imigrou para o Brasil, fugindo da perseguição aos judeus no Oriente Médio, fundando o Banco Safra em 1957. Safra estudou na Inglaterra e trabalhou no Bank of America, nos EUA, antes de juntar aos pais e irmãos. O irmão Edmond, mais velho dos nove filhos, cuidava dos negócios no exterior, e Moise e Joseph ajudavam Jacob no Brasil. Após a morte de Edmond, em 1999, em um incêndio criminoso, Joseph e Moise mantiveram o controle do banco até 2006, quando Joseph adquiriu a parte de Moise, numa transação estimada em cinco bilhões de dólares que desgastou as relações familiares.

Ao longo dos anos, Joseph diversificou seus negócios em diversos campos, com destaque para o mercado de Private Equity em empresas como a Aracruz Celulose SA, da qual foi sócio entre 1988 e 2009 (quando vendeu os ativos ao Grupo Votorantim). Também esteve à frente das empresas de telefonia móvel BCP e Cellcom (israelense). Em 2012 iniciou a transição da gestão do Banco Safra para os filhos — Jacob, David e Alberto —, e passou a dedicar-se ao recém adquirido banco suíço Sarasin. Para tanto, fundou a holding Bank J. Safra Sarasin Ltd. Em vida, definiu que os negócios no exterior seriam conduzidos pelo filho Jacob e a gestão no Brasil, incluindo o Banco Safra, pelo filho David[15]. Apesar do poder econômico, Joseph afirmava gostar de viver uma vida simples e reservada, longe da imprensa e exposição geral.

Assim como seus irmãos Edmond e Moise, Joseph também sempre buscou manter o nome da família Safra ligado à filantropia, com contribuições e esforços voltados para as áreas de assistência social, educação e saúde, não apenas no Brasil mas no exterior também.

Joseph casou-se com Vicky Sarfati Safra, em 1969, com a qual teve quatro filhos: Jacob, Esther, Alberto e David. Morava no Morumbi e ia todos os dias de helicóptero para a sede do banco. Gostava de nadar e assistir os jogos do Corinthians no estádio, junto dos netos. Nos últimos anos, porém, viveu na Suíça.

Era poliglota, falando línguas como árabe, hebraico, inglês, francês, espanhol, italiano e português. 

MORTE
Safra lutava contra o mal de Parkinson e morreu no dia 10 de dezembro de 2020 em São Paulo de causas naturais.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales